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Plenário Virtual

Fachin nega pedido para que julgamento de liberdade de Lula seja presencial

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O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, negou nesta terça-feira (4/9) pedido para que um julgamento sobre a soltura do ex-presidente Lula seja presencial, e não virtual. Em despacho de três linhas, o ministro afirma que "ausente razão para acolher o pedido tal como formulado".

Não há motivos para julgamento de Lula ser presencial, afirma Fachin
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Na petição, apresentada na quinta-feira (30/8), os advogados de Lula argumentam que o julgamento deve ser presencial porque pode resultar na evolução jurisprudencial do tribunal e restabelecer a liberdade de, pelo menos, 148 mil pessoas, que foram presas como forma de execução antecipada de suas penas.

Pet 57.590

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 5 de setembro de 2018, 8h14

Comentários de leitores

1 comentário

Pedido mal formulado

ielrednav (Outros)

diante do exposto ,pelos advogados de ,defesa o obvio tinha que ser rejeitado , na causa de pedir ,donde se viu uma jurisprudência nesse sentido . O meu apoio é total ao Ministro.

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