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Proteção à saúde

Prova da segunda fase do exame da Ordem é adiada para 31 de maio

A coordenação nacional alterou para o dia 31 de maio a aplicação da prova prático-profissional, a segunda fase, do 31º Exame de Ordem Unificado.

A segunda fase da prova seria aplicada no dia 5 de abril, mas diante das recomendações emitidas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e considerando a caracterização do coronavírus (Covid-19) como uma pandemia, a Ordem dos Advogados do Brasil entende que o adiamento é necessário para auxiliar na diminuição da propagação do vírus, bem como garantir a proteção da saúde de todos os inscritos na prova.

Outras providências a serem adotadas e demais informações referentes ao novo cronograma serão divulgadas posteriormente pela Coordenação Nacional do Exame de Ordem Unificado.

O exame é a avaliação a que se submetem os bacharéis em Direito, no qual demonstram que possuem a capacitação, os conhecimentos e as práticas necessárias ao exercício da advocacia.

Revista Consultor Jurídico, 16 de março de 2020, 16h48

Comentários de leitores

2 comentários

Residência agrícola x residência jurídica, oab

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo
Está na hora de dar um basta à exploração dos bacharéis em direito (advogados).
Enquanto os mercenários da OAB só se preocupam encher os bolsos o mais que possa, usurpando papel do Estado MEC para impor sua imunda reserva de mercado, jogando ao banimento cerca de quase 400 mil CATIVOS ou escravos contemporâneo da OAB, aptos para o livre exercício da advocacia, cujo título universitário habilita, a nobre Ministra Tereza Cristina Corrêa, da Agricultura, (..) preocupada com desemprego que assola o país e com o fito de inserir no mercado de trabalho cerca de centenas de Técnicos Agrícolas acaba de publicar no D.O.U de 12/03/2020, a Portaria nº27/2020 que institui o PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PROFISSIONAL AGRÍCOLA, que trata de QUALIFICAÇÃO TÉCNICA, união da teoria e da prática, para jovens dos cursos de ciências agrárias e afins, de NÍVEL MÉDIO E SUPERIOR , com direito a receber bolsa. REPITO COM DIREITO A RECEBER BOLSA.
Isso significa RESPONSABILIDADE SOCIAL, qualificar de verdade os nossos jovens e idosos visando a geração de emprego e renda e cidadania. Se os mercenários tivessem propósitos preocupados com a geração de emprego e renda todo esse dinheiro tosquiado /extorquidos dos bolsos e dos sacrifícios dos CATIVOS da OAB seria revertido no reforço das qualificações desses CATIVOS, ao invés de pregar o medo o terror e a mentira, não obstante abolir de vez o trabalho análogo à de escravos a escravidão moderna da OAB. O MEC não poder ficar inerte aos abusos à exploração dos Bel. em Direito ADVOGADOS, jogados ao banimento num verdadeiro desrespeito à dignidade da pessoa humana.
A “escravidão moderna” é mais sutil e muito mais lucrativa do que a do século XIX .

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OAB/FGV plagiando questões de outra banca ?

VASCO VASCONCELOS -ANALISTA,ESCRITOR E JURISTA (Administrador)

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Vergonha nacional OAB/FGV plagiarem questões de outra Banca para ferrar seus cativos. Cadê o MPF? OAB Só tem olhos p/ os bolsos dos seus cativos. Tx concurso p/ adv. da OAB/ DF apenas R$ 75, taxa do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níqueis exame da OAB, pasme R$ 260, (um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 24 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de mais de 1.0 BILHÃO DE REAIS. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, (...) A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo" .

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