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Salomão libera uso de imagem de Mônica Moura na campanha de Bolsonaro

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Sob o argumento de ilegitimidade para propor representação, que somente pode ser ajuizada por partido político, coligação, candidato ou pelo Ministério Público, o ministro Luís Felipe Salomão negou um pedido feito pela ex-marqueteira Mônica Moura para que Jair Bolsonaro deixasse de usar a imagem dela na propaganda eleitoral do PSL.

Na propaganda questionada, é apresentado um um vídeo da delação premiada de Mônica Moura, na qual ela afirma que a campanha de Fernando Haddad para prefeito de São Paulo, em 2012, usou caixa dois.

Mônica Moura foi presa na operação “lava jato”. De acordo com o MPF, o ex-ministro Guido Mantega teria aprovado R$ 50 milhões  repassados pela empreiteira Odebrecht fosse usado na campanha de Dilma em 2014 e que R$ 15 milhões fossem pagos, via caixa dois, aos marqueteiros João Santana e Mônica Moura. Após acordo de colaboração, Mônica Moura e João conseguiram prisão domiciliar.

Clique aqui para ler a decisão.
0601801-63.2018.6.00.0000

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 25 de outubro de 2018, 15h04

Comentários de leitores

1 comentário

Instigando o ódio

S.Bernardelli (Funcionário público)

Esse pessoal do TSE não toma jeito, depois de levar ameaça o ministro Salomão colabora com o aumento do ódio no país. Depois quando são ameaçados acha ruim.

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