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Urna eletrônica

TSE abre urnas eletrônicas para técnicos em informática dos partidos

Os partidos políticos terão até sexta-feira (30) para indicar os técnicos em informática que vão participar da nova sessão pública do Tribunal Superior Eleitoral para análise dos programas de computador das urnas eletrônicas. O TSE vai deixar disponíveis para análise dos partidos políticos, de 4 a 11 de setembro, os programas de computador que farão parte das eleições gerais deste ano.

A Diretoria Geral do tribunal já enviou ofício aos presidentes dos partidos comunicando a nova sessão pública para análise e lacre dos programas que serão utilizados em 406 mil urnas eletrônicas em todo o País, e do prazo para a indicação dos técnicos que vão acompanhar os trabalhos.

Como o TSE modificou os programas das urnas eletrônicas que não possuem sistema de impressão de voto, para permitir a contagem parcial dos votos dos eleitores, por reivindicação dos partidos políticos, agora o sistema será novamente submetido à análise dos partidos.

As sessões públicas para análise dos programas das urnas eletrônicas adotadas pelo o TSE têm o objetivo, segundo o presidente do Tribunal, ministro Nelson Jobim, de dar transparência e credibilidade a todo o processo eleitoral.

Urnas eletrônicas

No início deste mês, o Tribunal Superior Eleitoral apresentou os programas da urna eletrônica para os partidos políticos. Durante uma semana, os técnicos credenciados tiveram acesso às informações sobre os sistemas de criptografia, totalização e conferência de dados, votação paralela e sobre impressão de voto.

Segundo estatística divulgada pelo TSE, 115 milhões de eleitores vão às urnas no próximo dia 6 de outubro para escolher os novos representantes nos poderes Executivo e Legislativo Federal e estaduais e no Distrito Federal. Deste total, cerca de 6% do eleitorado, ou 7 milhões eleitores, utilizarão a urna eletrônica com módulo de impressão de voto, em 150 municípios do País, entre eles cinco capitais: Brasília, Palmas, Cuiabá, Aracaju e Maceió.

O sistema está sendo usado em caráter experimental neste ano, para ser adotado em definitivo a partir das próximas eleições. Diante da novidade, após o período eleitoral o TSE vai elaborar um minucioso relatório sobre os custos e os benefícios da utilização da urna eletrônica com sistema de impressão de voto e encaminhará o documento para análise do Congresso Nacional.

Fonte: Agência Câmara.

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Revista Consultor Jurídico, 26 de agosto de 2002, 16h56

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