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Crime na fazenda

Acusado de roubar tratores continua preso, decide STJ

Ronaldo Pedro da Cruz, acusado de fazer parte de uma quadrilha que roubava máquinas agrícolas em Londrina (PR), vai permanecer preso. A decisão é do presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Raphael de Barros Monteiro Filho, que negou liminar em que o acusado pedia sua liberdade provisória. Para o ministro, o decreto de prisão está bem fundamentado.

O acusado e mais oito pessoas foram presos no dia 22 de fevereiro. Com eles, as Polícias Civil e Militar encontraram armas e veículos. Além dos roubos de máquinas, a quadrilha também teria assaltado diversas propriedades rurais nas cidades paranaenses de Centenários do Sul e Florestópolis. Segundo a Polícia, eles também atuaram na cidade paulista de Presidente Prudente.

De acordo com informações divulgadas pela Agência Estadual de Notícias do governo paranaense, a quadrilha fazia um levantamento do local antes dos roubos. Durante a noite, eles rendiam os moradores e empregados, enquanto alguns membros do bando transportavam máquinas agrícolas e dinheiro para São Paulo.

A 3ª Câmara Criminal do Tribunal do Paraná determinou a prisão da quadrilha. A defesa de Ronaldo Pedro da Cruz recorreu ao STJ contra a decisão. Alegou que o réu tem todos os requisitos necessários para a concessão da liberdade provisória.

O ministro Barros Monteiro negou a liminar. Ele entendeu que não há constrangimento ilegal na prisão do acusado e que a fundamentação do TJ do Paraná é suficiente para mantê-lo encarcerado. O processo foi encaminhado para o Ministério Público Federal dar seu paracer e depois deverá voltar para julgamento da 5ª Turma do STJ.

HC 86.557

Revista Consultor Jurídico, 13 de julho de 2007, 0h00

Comentários de leitores

1 comentário

Rio,13.07.07. Dois pesos e duas medidas! Enqu...

Marcelo Bona (Outros)

Rio,13.07.07. Dois pesos e duas medidas! Enquando isso, quem se arvora no dinheiro público está lépido e faceiro gastando em seu benefício o que não lhe pertence! Longe de mim fazer qualquer tipo de apologia ao crime mas, deveria ser dispensado o mesmo tratamento aos que deixam a sociedade na mingua de segurança, saúde, habitação e tudo aquilo que o Brasileiro já está cansado de ouvir nos telejornais! É um escândalo pra cobrir o outro! Afê Maria!

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