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Carro incendiado

Juiz ouve testemunhas no caso da família queimada em Bragança

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O juiz Marco Mattos Sestini, da 2ª Vara Criminal de Bragança Paulista (cidade localizada a 83 quilômetros de São Paulo), ouviu nesta sexta-feira (9/2) 14 testemunhas arroladas no processo em que Joabe Severino Ribeiro e Luis Fernando Pereira são acusados pela morte de quatro pessoas, queimadas dentro de um carro.

Os acusados respondem por roubo qualificado e quatro latrocínios. Os crimes aconteceram em dezembro. Joabe e Luis estão presos desde 12 de dezembro na Penitenciária Doutor Antonio de Souza Neto, em Sorocaba.

Em pouco mais de três horas prestaram depoimentos sete testemunhas de acusação e sete de defesa. Houve, por parte do Ministério Público, a desistência de uma testemunha. Das dez testemunhas de defesa restantes, houve a desistência de duas, outras duas serão ouvidas por carta precatória e as outras seis prestarão depoimentos no dia 6 de março.

O crime

O casal Eliana Faria da Silva e Leandro Donizete de Oliveira foram rendidos em sua casa pelos réus, que queriam assaltar a loja onde ela trabalhava. Vinicius, filho do casal, também foi levado. A dupla foi até a loja, mas não conseguiu abrir o cofre. Assim, seguiu para a casa de Luciana Michele Dorta, que também trabalhava no local. Com a presença de Luciana, o cofre foi aberto e cerca de R$ 20 mil foram levados.

Após o roubo, as vítimas foram levadas para uma estrada da cidade e colocadas no carro da família, que foi incendiado. Eliana e Leandro morreram na hora. A criança chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital. Luciana, também internada, morreu 11 dias depois do crime.

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 9 de fevereiro de 2007, 19h38

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