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Algoz da Justiça

Acusado pela morte de juiz de Presidente Prudente vai a Júri

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Está previsto para segunda-feira (12/2) o julgamento de João Carlos Rangel Luisi, o Jonny, um dos quatro acusados de matar o juiz-corregedor dos presídios e da Vara de Execuções Criminais de Presidente Prudente, Antônio José Machado Dias.

O crime aconteceu no dia 14 de março de 2003, durante uma emboscada, quando o juiz voltava do fórum para sua casa. O julgamento será presidido pela juíza Liza Livingston, do 1º Tribunal do Júri da Capital paulista, na Barra Funda (zona Oeste).

Em dezembro, a Justiça paulista condenou Ronaldo Dias, o Chocolate, a 16 anos e oito meses de reclusão. Ele foi condenado por homicídio duplamente qualificado — motivo torpe e mediante emboscada.

Ainda enfrentarão o conselho de sentença Adilson Daghia, o Ferrugem, e Reinaldo Teixeira dos Santos, o Funchal. O julgamento de Jonny já foi adiado duas vezes. A primeira vez em março, por causa de uma rebelião no Centro de Detenção Provisória de Pinheiros (CDP), onde ele estava detido na época. A outra em agosto, por causa de uma internação do acusado que às vésperas teve vômitos e diarréia.

Emboscada

No dia 14 de março de 2003, ao deixar o Fórum onde trabalhava, ao volante de seu Vectra, Machado foi assassinado com vários tiros em uma emboscada. A morte teria sido encomendada por Marcos Willian Herbas Camacho, o Marcola, e outros líderes da organização criminosa PCC — Primeiro Comando da Capital. Os criminosos estariam descontentes com a atuação rigorosa do juiz na condução da Corregedoria dos Presídios.

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 9 de fevereiro de 2007, 20h07

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