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Caminho de casa

Suzane deve sair da prisão e ir para casa nesta segunda

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Os advogados de Suzane von Richthofen informaram na manhã desta segunda-feira (29/5) ao 1º Tribunal do Júri de São Paulo o endereço onde ela deverá cumprir a prisão domiciliar, concedida pelo Superior Tribunal de Justiça.

A Vara do Júri encaminhará ofício via fax à Delegacia de Homicídios para que a Polícia Civil faça a remoção da acusada do Centro de Ressocialização Feminino de Rio Claro (no interior paulista) para o local indicado pela defesa.

O Centro de Rio Claro deverá aguardar a presença de representantes da Delegacia para liberar a presa. Suzane é acusada de tramar o assassinato dos pais, Marísia e Manfred von Richthofen, em outubro de 2002. Seu julgamento está marcado para o próximo dia 5 de junho, assim como o dos irmãos Cristian e Daniel Cravinhos, também acusados no mesmo processo.

 é repórter da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 29 de maio de 2006, 14h21

Comentários de leitores

2 comentários

Absurdo essa decisão e a decisão que decretou...

Rodrigo  (Advogado Autônomo)

Absurdo essa decisão e a decisão que decretou a sua prisão preventiva por supostamente colocar em risco a integridade física do irmão. creio que a ré Suzane tenha o direito de responder o processo em liberdade, porém nunca em prisão domiciliar. Advogados que teoricamente teriam o direito de aguardar o julgamento em prisão domiciliar, na falta de prisão em celas de Estado-Maior, não ficam em prisão domiciliar. Nos casos dos advogados existe Lei Federal para tanto (Estatuto da OAB). E para a suzane, qual foi a fundamentação legal para a concessão de P.D.? É bringadeira de péssimo gosto.

Essa prisão domiciliar concedida pelo STJ foi u...

Expectador (Outro)

Essa prisão domiciliar concedida pelo STJ foi um presentão para a ré, melhor do que a liberdade provisória pretendida pela defesa. Como ela está tecnicamente presa, cada dia que passa é de pena cumprida, observada a detração. Como a situação não tem por que ser modificada no julgamento de primeira instância, a Suzane já poderá pleitear progressão para o regime aberto, aos saltos, quando, daqui a alguns anos, transitar em julgado a condenação. A menos que, na provável sentença condenatória, o juiz faculte que ela recorra em liberdade e expeça alvará de soltura. Isso, a meu ver, fomenta a sensação de impunidade.

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