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Cela coletiva

Advogada condenada não consegue cela especial na cadeia

A advogada Ana Cristina Ribeiro Wright, condenada por extorsão mediante seqüestro, teve negado seu pedido para que fosse mantida em cela especial. O ministro Edson Vidigal, presidente do Superior Tribunal de Justiça, rejeitou Habeas Corpus impetrado em favor da advogada.

Ana Cristina — que teria ligações com o Primeiro Comando da Capital, o PCC — alega que, como advogada, detém a prerrogativa de não ficar em cela comum antes do trânsito em julgado da sentença condenatória.

O Tribunal de Justiça de São Paulo rejeitou HC anterior, o que levou a defesa a reiterar o pedido no STJ. O ministro Edson Vidigal rejeitou o pedido. As informações são do STJ.

HC 45.393

Revista Consultor Jurídico, 13 de julho de 2005, 11h47

Comentários de leitores

7 comentários

independentemente do que tiver sido relatado, a...

José Heriberto dos Santos Júnior (Estudante de Direito - Civil)

independentemente do que tiver sido relatado, a principio a lei nao fora cumprida, visto que, como uma pessoa graduada, deveria ter direito a cela especial. MAs, infelizmente, não tenho, na íntegra, a noticia.

Vindo da respeitabilíssima lavra de Sua Excelên...

Abaete (Advogado Associado a Escritório)

Vindo da respeitabilíssima lavra de Sua Excelência o Min. Edson Vidigal, eu não poderia esperar coisa melhor....

Independente de qualquer argumento sustentado, ...

Renato (Outro)

Independente de qualquer argumento sustentado, por ora, a lei não foi cumprida. Os ditames jurídicos e constitucionais não foram respeitados.

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