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Por Sérgio Rodas

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Experiência legislativa

Ex-assessora da Presidência, Laís Lopes vira sócia da banca Szazi, Bechara e Storto

Laís de Figueirêdo Lopes é a nova sócia do escritório Szazi, Bechara e Storto Advogados. Com a entrada dela, a banca, que completa 15 anos em 2017, agora tem nova razão social: Szazi Bechara Storto Rosa Figueirêdo Lopes Advogados.

De 2012 a 2017, Laís foi assessora especial da Secretaria de Governo da Presidência da República. No Palácio do Planalto, ajudou a elaborar o  novo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (Lei 13.019/2014 e Decreto 8.726/2016).

No escritório, ela cuidará da nova área de organizações da sociedade civil e relações governamentais.

Recuperando a credibilidade

Eugênio Aragão funda banca própria e firma parceria com Willer Tomaz

O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão abriu seu próprio escritório, em Brasília, e firmou parceria com o advogado Willer Tomaz para atuação nos tribunais superiores.

Para Eugênio Aragão, acusação contra Willer Tomaz é "mentira descarada".
José Cruz / Agência Brasil

Após se aposentar do Ministério Público Federal, o ex-subprocurador-geral da República se juntou ao escritório ECEA Advogados e Consultores. Contudo, esta banca se desfez após a saída do sócio Ângelo Ferraro, que passou a trabalhar com José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União.

Com isso, o ex-procurador da República fundou a Sociedade de Advogados Eugênio Aragão, na qual também está Rachel Aragão, sua filha. Para fortalecer a atuação no Supremo Tribunal Federal e demais tribunais superiores, a nova banca firmou acordo com o escritório de Willer Tomaz.

Tomaz foi preso preventivamente em maio sob acusação de pagar propina ao procurador Ângelo Goulart Villela para repassar informação privilegiada a Joesley Batista, sócio do frigorífico JBS. Solto em agosto, ele diz ter sido vítima de armação.

Aragão endossa essa versão. À ConJur ele disse que a acusação contra seu novo parceiro é uma “mentira descarada”. O ex-ministro da Justiça também aponta que Tomaz é um advogado que “merece nosso respeito e admiração”. Dessa maneira, a pareceria entre eles ajudará o profissional a recuperar sua reputação.

“[É] Um esforço conjunto de devolver a normalidade à advocacia dele e atestar sua plena idoneidade, a elevada qualidade de seu trabalho e sua inegável capacidade técnica”, declara Eugênio Aragão.

Mercado aquecido

Stocche Forbes inaugura área penal empresarial, chefiada por Clarissa Oliveira

O escritório Stocche Forbes abriu área de Direito Penal Empresarial, que será comandada pela advogada Clarissa Oliveira.

O novo setor surgiu de pedidos de clientes. Isso porque as grandes operações contra crimes financeiros, empresariais e contra a administração pública dos últimos anos envolvendo Direito Penal Empresarial aumentaram a busca por proteção a executivos e empresas em processos criminais, incluindo aqueles que derivam de questões ambientais, tributárias, trabalhistas, antitruste e de processos administrativos junto à Comissão de Valores Mobiliários e outras autarquias.

Além disso, a banca sentiu a necessidade de abordar questões penais de forma complementar em processos de auditorias preparatórias a operações societárias ou de mercado de capitais.

Clarissa Oliveira atua com Direito Penal Empresarial há 13 anos. Ela é especialista em casos relacionados a fraudes, fraude a licitações, saúde pública, crimes tributários ou aduaneiros, crimes societários, crimes contra mercado de capitais, crimes financeiros, corrupção, crimes falimentares e crimes ambientais.

A profissional vem do Veirano Advogados, onde estava havia quase quatro anos. Antes disso, teve passagens pelo Trench Rossi Watanabe e pelo Podval, Antun, Indalecio Advogados Associados, onde iniciou sua carreira.

Experiência estatal

Ex-ministro do Planejamento e CGU, Valdir Simão vira sócio do Warde Advogados

Valdir Simão, que foi ministro do Planejamento e da Controladoria-Geral da União no governo Dilma Rousseff, é o novo sócio do escritório Warde Advogados. Simão coordenará as áreas de leniência, compliance, ética corporativa e relações entre Estado e empresa.

Na CGU, Simão regulamentou a Lei Anticorrupção e definiu regras para a celebração de acordos de leniência.

Auditor fiscal da Receita Federal aposentado, ele também foi secretário executivo da Casa Civil e do Ministério do Turismo; assessor especial da Presidência da República; secretário da Fazenda do Distrito Federal e presidente do INSS.

Professor convidado da FGV e do Insper, Valdir Simão é coautor do livro O acordo de leniência na Lei Anticorrupção (Trevisan Editora).

Gene empreendedor

Flandoli Ajzen Advogados tem novo sócio especializado em marcas e patentes

O escritório Flandoli Ajzen Advogados, especializado em Direito Empresarial, com enfoque em propriedade intelectual, tem um novo sócio: Thomas Hannickel.

Ele atua principalmente no contencioso e consultivo de marcas e patentes, trade dress, concorrência desleal, medidas antipirataria, direito autoral, Direito da Informática e Digital, direito de imagem, Direito do Entretenimento, marketing legal e promoções comerciais.

Vindo do departamento jurídico da Sky, Hannickel é cofundador de uma startup de energia solar, a Solstício Energia.

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