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Obituário

Morre aos 82 anos Candido de Oliveira Bisneto, ex-presidente da OAB-RJ

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O advogado Candido de Oliveira Bisneto, ex-presidente da OAB-RJ, morreu nesta sexta-feira (21/2), aos 82 anos, vítima de uma parada cardíaca.

Oliveira Bisneto morreu nesta sexta-feira
Reprodução

O velório acontece neste sábado (22/2), das 12h às 15h, no Memorial do Carmo, zona norte do Rio de Janeiro.

Candido se graduou em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro em 1960. Era membro do Instituto dos Advogados Brasileiros e exerceu a magistratura no Tribunal Regional Eleitoral do Rio. O advogado foi presidente da seccional da OAB-RJ no biênio 1986-1988. 

"É com muito pesar que a OAB-RJ informa o falecimento de Candido de Oliveira Bisneto, carinhosamente tratado pelos amigos por Candinho, e decreta luto oficial de três dias", afirmou em nota a seccional fluminense.

O atual presidente da OAB-RJ, Luciano Bandeira, também se posicionou. "Um grande advogado, que representava uma longa tradição da advocacia brasileira e fluminense. Ex-presidente da Ordem, doou muito do seu tempo em prol do engrandecimento da advocacia", disse

"Referência de uma época, honrou a enorme tradição de sua família", complementou Felipe Santa Cruz, presidente nacional da OAB.

Marcello Oliveira, sócio do escritório Candido de Oliveira Advogados, lamentou a morte e disse que "Oliveira Bisneto deixa como legado, além de sua própria história revolucionária no Direito Brasileiro — e que conduz para a existência do nosso escritório —, toda transformação gerada na jornada de tantos advogados do Brasil que tiveram o privilégio do convívio com ele". 

Candido de Oliveira Advogados
Uma das bancas mais antigas do país, com quase 129 anos de existência, o escritório Candido de Oliveira abriu suas portas oficialmente em 1891.

A firma foi fundada em 1981 por Candido Luiz Maria de Oliveira, no Rio de Janeiro, então capital recém instalada da República. Após a morte de Oliveira Neto, Oliveira Bisneto acabou seguindo a linhagem da família frente ao escritório. Ele seguiu na banca até sua morte.




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Revista Consultor Jurídico, 21 de fevereiro de 2020, 18h59

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