No início de novembro, um grupo de mais de 200 membros do Ministério Público do Brasil inteiro resolveu publicar uma "nota técnica" para defender a constitucionalidade do projeto Escola Sem Partido. O texto é cópia de um parecer publicado pelo advogado Miguel Nagib, autor do projeto e responsável pelo movimento, seis meses antes.
A nota dos procuradores não cita o trabalho original, um parecer a favor da constitucionalidade de projetos que instituem o Escola Sem Partido na cidade e no estado de São Paulo.
Escola Sem Partido é o nome que Nagib deu à sua ideia de proibir professores de escolas públicas de defender o que ele considera posições políticas, ideológicas e religiosas — no último caso, estariam liberados com autorização expressa dos pais dos alunos.
Clique aqui para ler o parecer de Miguel Nagib.
Clique aqui para ler a "nota técnica" do Ministério Público.

Comentários de leitores
2 comentários
A cara do Escola Sem Partido
SMJ (Procurador Federal)
Cópia vergonhosa sem mencionar a fonte!
Ainda bem que não tive o desprazer de conhecer nenhuma dessas figuras que assinaram a tal "nota técnica".
Isso é a cara desse movimento Escola Sem Partido, mostrando o elevado nível ético e técnico de seus defensores.
Picareta
Felipe Soares de Campos Lopes (Advogado Assalariado - Criminal)
O ESP não "proíbe" a expressão de posições do professor. Apenas deixa claro que sala de aula não é palanque e que doutrinação não é dever de professor.
Se proibisse, eu apoiaria o projeto. Já está na hora de criminalizar a esquerda, mesmo.
Comentários encerrados em 28/11/2018.
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