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Fracasso em evidência

Política de combate às drogas só destrói vidas, diz Barroso, em jornal inglês

A guerra às drogas fracassou e a política brasileira de combate à venda e ao consumo de entorpecentes traz como resultado apenas vidas destruídas. Essa é a síntese apresentada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, em artigo publicado pelo jornal inglês The Guardian.

Ministro critica guerra às drogas
no Brasil em artigo no The Guardian.

Sob o título "Brasil precisa legalizar as drogas – A política atual apenas destrói vidas", Barroso afirma que, “por décadas, armas e aprisionamento são as marcas da guerra travada pelo Brasil contra o tráfico de drogas”.

Diz ainda que “a única maneira de vencer o crime organizado é parar de criar criminosos” e que a guerra na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, já está perdida.

Clique aqui para ler o artigo publicado no The Guardian (em inglês).

Revista Consultor Jurídico, 16 de novembro de 2017, 19h29

Comentários de leitores

7 comentários

Pensava que ele era juiz.

joaovitormatiola (Serventuário)

Parabéns ao novo congressista!

Senhor Ministro

Observador.. (Economista)

Pegue um avião e vá visitar estados nos EUA onde a droga foi liberada.
1) O tráfico continua e faz concorrência com os estabelecimentos legais.
2)Os Estados, como bem já disse outro comentarista, que não liberaram, estão reforçando suas fronteiras.
3)O número de usuários aumentou.
4)Os estabelecimentos legais agora contratam, em muitas cidades, ex-Veteranos de Guerra (Iraque e Afeganistão) para protegerem suas lojas de ataques de traficantes.Pois, como assalto à banco, assaltar para roubar drogas de estabelecimentos fixos, sem proteção, se tornou um mercado interessante para médios traficantes.

A discussão das drogas sempre foi levada com falta de lógica.
Comparam a liberação ao que ocorreu com o álcool.
O álcool sempre foi permitido.Desde priscas eras. De repente foi proibido, nos EUA, o que fomentou todo um comércio ilegal.
Com as drogas é diferente.
Os avanços permitem drogas feitas (ou alteradas) em laboratório, para aumentar o poder viciante e tornar o usuário um eterno dependente do seu consumo.
Fora que existem drogas que alteram, de tal forma, a química do cérebro, tornando a pessoa um potencial criminoso de alta periculosidade.
Há crimes em que filhos matam pais para usar o dinheiro. Ou porque foram repreendidos.
E, para piorar, países que liberam sem a contrapartida da liberação em todos os outros que o cercam, tornam-se presas de máfias, traficantes, além de se tornarem rotas de um turismo que em nada favorece a sociedade.Turismo para consumo de drogas chamadas recreativas.

Nunca houve guerra às drogas. Existiu apenas o termo, usado por um Pres.Americano.
Não dá para haver guerra contra um inimigo que desaparece, pois está presente no potencial existente, em todo ser humano, para fugir à realidade.
Mas unicórnios não existem...

Guerra as drogas

Servidor estadual (Delegado de Polícia Estadual)

1) Proibição de acesso a insumos por parte dos países produtores, restrições comerciais caso não ocorra continua redução nas plantações de maconha, ópio e cocaína, proibição de receber auxilio como do FMI; 2) Extradição de qualquer pessoa para o país prejudicado em caso de tráfico de drogas; 3) prisão perpétua e de morte para grandes traficantes; 4) Prisão sem benefícios legais, como progressão de regime para pequenos e médios traficantes; 5) perda automática de todos os bens em caso de tráfico de drogas, inclusive de residências, ainda que único imóvel;6) entre prisão e sentença e perdimento de bens 90 dias no máximo; 7) Criação de forças tarefas para apuração de crimes de tráfico; 8) internação compulsória para dependentes químicos e morte civil para usuários, pois há diferença gritante. Isso é um esboço de uma guerra, mas pode piorar.

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