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Mais ação

AMB lança campanha nacional contra a corrupção

A Associação dos Magistrados Brasileiros lançou neste dia 7 de Setembro, feriado de Independência do Brasil, a campanha Mais Ação Contra a Corrupção. O objetivo é reunir ideias para aumentar a eficiência do Judiciário no combate à prática. A entidade vai receber sugestões pelo o e-mail: contracorrupcao@amb.com.br. As propostas serão analisadas por um grupo de trabalho e, se aprovadas, será feita sua divulgação entre os magistrados associados à AMB

Presidente da AMB, Nelson Calandra afirma que a campanha deve atender aos anseios da população, que manifestou nas ruas a vontade de mudanças no combate à prática. “Nós queremos muito mais do que o julgamento de uma ação penal, queremos evitar os danos que esse tipo de comportamento deixa em uma sociedade democrática. É por isso, que a AMB inaugura uma campanha aberta à sociedade, buscando sugestões no aprimoramento das nossas ações para coibir as práticas ligadas à corrupção e criação de organizações criminosas no nosso país”, disse.

Segundo o coordenador Luiz Rocha, a campanha não se restringe ao Judiciário. “O foco principal desse projeto é arregimentar boas práticas dentro do Judiciário fornecidas pelos Juízes e pela sociedade. Se o cidadão entende que o Judiciário pode ser mais eficiente contra a corrupção, ele vai poder interagir com a AMB", afirmou. Com informações da Assessoria de Imprensa da AMB.

Leia a íntegra da nota de lançamento da campanha:

No dia em que o Brasil comemora mais um ano de sua independência, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) institucionaliza a campanha “Mais Ação Contra a Corrupção” onde todos os cidadãos podem deixar, na primeira etapa do projeto, a sua sugestão, no e-mail contracorrupcao@amb.com.br, e tornar ainda mais eficiente o trabalho do Judiciário brasileiro no combate à corrupção.

O presidente da AMB, Nelson Calandra, explica o motivo da escolha do Dia da Independência do Brasil para esse lançamento. “No dia sete de setembro além das comemorações cívicas que a AMB participa lançamos uma campanha de combate à corrupção traduzindo todo o anseio popular manifestado nas ruas. Nós estaremos com a nossa página aberta, com os nossos veículos de comunicação disponíveis para colher sugestões de práticas que visem coibir, evitar e punir a corrupção no Brasil”.

O objetivo é coletar informações não apenas de integrantes do Poder Judiciário, mas de toda a sociedade para colaborar com o trabalho dos Magistrados nas causas relacionadas à corrupção. “Cada cidadão vai poder sugerir onde a Justiça poderá trabalhar melhor contra a corrupção. Essa é uma maneira democrática de se construir soluções com a sociedade. É uma proposta inovadora da AMB”, afirma o coordenador da campanha, Luiz Rocha.

“Nós queremos muito mais do que o julgamento de uma ação penal, queremos evitar os danos que esse tipo de comportamento deixa em uma sociedade democrática. É por isso, que a AMB inaugura uma campanha aberta à sociedade, buscando sugestões no aprimoramento das nossas ações para coibir as práticas ligadas à corrupção e criação de organizações criminosas no nosso país”, disse o Presidente da AMB, Nelson Calandra.

Luiz Rocha esclarece ainda que a campanha pretende contribuir com a Meta 18 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) junto aos Associados da AMB. “O foco principal desse projeto é arregimentar boas práticas dentro do Judiciário fornecidas pelos Juízes e pela sociedade. Se o cidadão entende que o Judiciário pode ser mais eficiente contra a corrupção, ele vai poder interagir com a AMB, entrar na página, apresentar a sua sugestão seja identificado ou não, pois será resguardado o sigilo daqueles que não quiserem se identificar”.

As informações serão levadas para um grupo de análise e uma vez identificada como uma prática real do Judiciário será divulgada entre os Magistrados associados. Caso, eventualmente, não estejam ligadas diretamente ao trabalho da Justiça serão encaminhadas para as instituições competentes.

Não deixe de participar pelo e-mail contracorrupcao@amb.com.br. 

Revista Consultor Jurídico, 7 de setembro de 2013, 17h16

Comentários de leitores

4 comentários

Cinismo totallllllllllllllllll

claudenir (Outros)

Boa noite a todos, q estiverem vendo essa matéria.
Esse judiciário só vai melhorar qdo acabarem com o corporativismo, realmente fizerem o seu trabalho, não defenderem os erros dos outros juizes. PRÁ ISSO A LEI DIZ:
DE OFICIO.
Mas para não prejudicarem a sua classe preferem prejudicar o cidadão que paga os salarios desses corruptos.
Falo isso por que é justamente o que está acontecendo comigo.
Fui condenado, sem ter o DNA, sem ter um advogado autorizado, sem ser notificado da audiencia q gerou os alimentos enfim um monte erros.
fui na defensoria provei q o processo era nulo, foi indicado um advogado.
Mas a juiza q recebeu o pedido de anulação extinguiu por falta de interesse processual, foi para o tribunal simplesmente acataram o que a juiza de 1ª instância disse agora esta para ir para o STJ.`
É uma vergonha o que esses juizes fazem para se defenderem.
E agora a AMB, VEM PEDIR OPINIOES PARA MELHORAR O ATENDIMENTO, SERÁ Q ELES NÃO ENXERGAM ISSO.
TUDO ISSO ESTÁ ACONTECENDO COMIGO AQUI NO FÓRUM DE SÃO VICEBTE (SP ).
Claudenir.

Derrogação

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O Flávio Souza (Outros) não traz qualquer "sugestão", mas sim prega a revogação da Constituição Federal de 1988. Exonerações sumárias após meras acusações além de prisões arbitrárias apenas e tão somente pelo fato do acusado possuir maior escolaridade são procedimentos típicos de ditaduras, que todos nós devemos repudiar veementemente.

Sugestões

Flávio Souza (Outros)

O desvio de conduta no caso de pessoas que possuem escolaridade nível superior, especialmente na área jurídica, a meu ver, a pena deve ser agravada e sem direito a fiança quando presos, e naqueles casos de pessoas detentoras de cargos públicos tais como promotores, procuradores, defensores, magistrados e advogados, além do agravamento da pena, entendo que a demissão sumária do cargo deve ser aplicada uma vez que servirá de exemplo pedagógico para outros que eventualmente insistirem no desvio de conduta. A população não suporta mais tanta corrupção e desmandos, principalmente de autoridades que deveriam dar o exemplo. Sabemos que é uma minoria que se envolve nessas condutas, porém essa situação macula toda a estrutura organizacional, portanto as entidades devem empunhar essa bandeira de luta em defesa das categorias. Entretanto, um ponto importante para discussão é como lidar com a presunção da inocência e o transito em julgado, visto que a conjugação de ambos é fator determinante para se procrastinar o encerramento de processos, logo como lidar com isso?. A população de um modo geral, de norte a sul e de leste a oeste quer mudanças, inclusive isso foi demonstrando e vem sendo demonstrado nas manifestações Brasil afora. Não podemos perder a oportunidade de fazer as mudanças de forma pacífica e participativa.

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