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Defesa do Consumidor

Bancos lideram em reclamações de consumidores

Apesar de em 78% dos países terem há alguma norma geral de defesa do consumidor, em metade deles não há política nacional sobre o assunto. A conclusão é de levantamento feito pela Consumers International, organização internacional que reúne mais de 220 entidades em 115 países.

Estudo da entidade feito junto a organizações de defesa do consumidor de diversos países mostrou que o setor que mais acumula reclamações é o dos serviços bancários. Em segundo lugar vêm os serviços de saúde e depois os de telecomunicaçõse.

A pesquisa foi feita entre novembro de 2012 e janeiro de 2013 e também mostrou que, apesar de 91% dos governos imporem multas, apenas 55% exigem indenizações. O levantamento ainda revelou que as organizações que integram a Consumers International superam os governos em matéria de educação dos consumidores, fomentada oficialmente apenas na metade dos países analisados. O melhor desempenho dos governos é quando recebem contribuições das organizações de consumidores no processo de tomada de decisões.

O relatório, que teve apoio do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor e de organizações de outros 58 países – contribuirá com a revisão das Diretrizes da Organizãção das Nações Unidas de Proteção ao Consumidor. As diretrizes da ONU, estabelecidas pela primeira vez em 1985 e atualizadas em 1999, é o par âmetro internacional para o movimento em defesa dos direitos dos consumidores. Com informações da assessoria do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor. 




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Revista Consultor Jurídico, 16 de março de 2013, 10h08

Comentários de leitores

2 comentários

Controle total

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Os bancos controlam a mídia, os governos e o judiciário.

enquanto isso

Ricardo A Fronczak (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

se o judiciário não começar a condenar bancos em valores realmente punitivos, os erros vão continuar.
Se o cliente é incluído no famigerado SERASA por engano, perde negócios, fica com o nome sujo por meses e até ano por erro do banco, a sentença e de R$ 5.000,00 / R$ 10.000,00. Compensa não investir para evitar problemas.
No momento em que as sentenças forem de 1 milhão, ficará mais barato para os bancos gastarem para que os erros não aconteçam - a matemática é simples assim, e vale para cartões de crédito, operadores de telefonia fixa, celular, financeiras, etc.

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