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Roubo com morte

Advogado assaltado em SP é filho de ministro espanhol

O advogado espanhol que estava com o bancário italiano Tomasso Lotto, assassinado em uma tentativa de assalto na Zona Sul da cidade de São Paulo no último sábado (21/7), é filho do ministro da Justiça espanhol Alberto Ruiz Gallardón. A informação foi confirmada pela Embaixada da Espanha, em Brasília, nesta terça-feira (24/7). As informações são do portal G1.

O bancário italiano, que não falava bem português, dirigia um Honda Civic pela Avenida Nove de Julho, quando o carro foi abordado por dois homens em uma moto no cruzamento com a Avenida São Gabriel. O advogado espanhol estava no banco do carona e deixou o veículo quando os homens anunciaram o assalto.

Segundo uma amiga dos dois, o espanhol chegou a ser perseguido por um dos ladrões e se escondeu atrás de uma banca de jornal. Do lugar, ele ouviu o disparo que matou o bancário. Uma testemunha, que pediu para não ser identificada, disse que o advogado ficou desesperado. "Ele ficou no canteiro central parado, tremendo. Pensei que ele ia morrer atropelado", contou.

O bancário italiano tinha a intenção de morar no Brasil. Ele chegou a São Paulo na véspera do crime, na sexta-feira (20/7). Os pais dele chegaram a São Paulo na segunda-feira (23/7) para providenciar o traslado do corpo para a Itália, o que deve acontecer na sexta-feira (27/7).

O delegado-geral da Polícia Civil do estado de São Paulo, Marcos Carneiro Lima, afirmou nesta terça que câmeras de segurança de prédios vizinhos ao local onde o bancário italiano foi morto gravaram os criminosos que atiraram na vítima. “Soube que as cenas mostram uma dupla com capacetes numa moto momentos antes de abordar o bancário italiano”, disse Lima. As imagens, obtidas pelos policiais do 15º Distrito Policial, no Itaim, serão entregues ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), que investiga o caso.

Revista Consultor Jurídico, 24 de julho de 2012, 19h34

Comentários de leitores

2 comentários

Quando o 'marketing' não se encaixa à realidade

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Estamos cansados de ver e ouvir propagandas enganosas feitas na mídia (em especial televisiva) pelo governo em horário nobre. O Brasil,isso; O Brasil aquilo; É o Brasil 'Carinhoso'; Bolsa disso; bolsa daquilo. Essa é a mensagem que a nossa president(a) 171 quer passar ao povão; aos estrangeiros e ao mundo em geral. Quem vive lá fora, tem uma visão completamente equivocada do que é estar aqui, morar aqui e conviver, dia a dia, com a bandidagem, que, de uns tempos para cá, tolhe a vida mesmo daqueles que não reagem quando abordados num assalto; não argumentam, não fazem nada, exceto entregarem seus bens, e suas vidas em holocausto, enquanto a 'thurminha' dos Direitos Humanos se encarrega de defender os bandidos e postular-lhes melhores condições no cárcere; penas mais brandas; progressões de penas em prazos menores, etc. etc. Por favor pessoal da Ilha da Fantasia -Direitos Humanos- vá até lá, na Itália, explicar à família enlutada, porque mataram o bancário iludido, que aqui pretendia se estabelecer.Não se preocupem com detalhes, pois a acolhida dada ao mafioso ABADIA, pelo nosso não menos mafioso ex-presidente, se encarregará de evidenciar o resto.

Advogado que estava com italiano morto em SP é filho de mini

Renato C. Pavanelli. (Advogado Autônomo - Civil)

Sobre a morte de italiano no Brasil.
Para mim, não importa o estado ou a cidade do crime.
Mas, o que importa o fato bem como a violência, maior pouca vergonha de um pais, do Brasil.
Onde estão as nossas ATORIDADES, respondo encastelada nos seus feudos seguros, confortáveis, aviões a disposição, salário 10 ou 20 vezes o teto legal, e o cidadão sendo morto pior do que um rato ou barata esmagada.
ETA Brasil que não presta desde o ano 1.500.
O povo, ora bolas, e cidadão comum, de categoria inferior de nossos políticos, inferior a presidente, inferior aos ministros, mas que podridão que vivemos.
E lamentável.
Renato.

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