Consultor Jurídico

Carteira falsa

Mulher que se passava por advogada é presa em SP

A Polícia Civil deteve, nesta sexta-feira (20/5), uma possível mulher que, passando-se por advogada, aplicava golpes em São Paulo. Fernanda Cristina Nunes de Souza, de 35 anos, aboradava, junto com seu marido e outra mulher, pessoas com problemas financeiros, alegando solucionar problemas de dívidas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Com falso registro da Ordem dos Advogados do Brasil, a golpista usava o nome de outra advogada registrada com nome idêntico. Ela cobrava altos valores de honorários pelos serviços, que não eram realizados, e conseguia convencer as vítimas a entregarem cheques em branco e dados pessoais.

A conta bancária na qual eram feitos os depósitos foi rastreada pelos policiais. O marido de Fernanda, o segurança Robson Tadeu de Santana Militão, de 34 anos, era o titular. 




Topo da página

Revista Consultor Jurídico, 21 de maio de 2011, 15h19

Comentários de leitores

5 comentários

quanta cultura !!!!

io (Outros)

Já estão redigindo assim, imaginem só, como será, quando sairem das escolas públicas, os frutos do: "nois é, nois vai, etc." (cultura do novo livro do min.educ.), que será usado nas escolas públicas.
Eta país do futuro !!!

Será? Não tenho certeza.

CesarMello (Advogado Sócio de Escritório - Empresarial)

Possivelmente seria uma mulher, ou não, tinha bigode, mas também cabelo comprido.
E agora?

Conto de fatas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Essa da "possível mulher" foi demais. Além disso há um fato contraditório que chama a atenção. Mesmo o escritório bem estabelecido e renomado encontra dificuldades para receber os honorários iniciais, no caso de clientes endividados. Assim, acreditar que as supostas vítimas da suposta falsa advogada pagavam "altos valores de honorários" e ainda recebia cheques em branco é o mesmo que acreditar em Papai Noel.

Ver todos comentários

Comentários encerrados em 29/05/2011.
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.