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CNMP quer reduzir mortes em operações policiais

A Comissão de Aperfeiçoamento da Atuação do Ministério Público no Sistema Carcerário e no Controle Externo da Atividade Policial quer diminuir os índices de letalidade das ações policiais. Em reunião que aconteceu na quarta-feira (14/12), em Brasília, o grupo definiu a redução desses números como uma de suas metas para 2012.

A intenção dos trabalhos e das atividades é enfatizar o enfrentamento da questão dos “autos de resistência” e discutir formas de fortalecer a atuação do Ministério Público no combate aos grupos de extermínio e milícias. Na mesma reunião ficou decidido que serão realizados novos Encontros do Sistema Prisional e do Controle Externo da Atividade Policial, a divulgação da cartilha sobre os direitos e deveres dos cidadãos frente à polícia e a realização dos mutirões carcerários em parceria com o CNJ.

O sistema prisional brasileiro também foi discutido na reunião. Os membros da comissão trataram dos relatórios das inspeções conduzidas pelos membros do Ministério Público e discutiram a metodologia de trabalho na análise dos dados coletados desde o início deste ano.

Essas inspeções acontecem de mês em mês. A cada visita, os membros preenchem um formulário, que contém itens relacionados à capacidade e ocupação de estabelecimentos prisionais, perfil da população de detentos, assistência à saúde e à assistência jurídica e educacional. Os dados são enviados às Corregedorias Gerais de cada MP, responsáveis por remetê-los ao Conselho. Com informações da Assessoria de Comunicação do CNMP.

Revista Consultor Jurídico, 16 de dezembro de 2011, 12h19

Comentários de leitores

4 comentários

BEM GELADO E SOBRE A MESA

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório)

Bandido que entra em confronto com a polícia, tem que ser executado. Vale menos 1000 delinquentes mortos em resistência a prisão , do que um só policial abatido no cumprimento do seu dever. Tal qual a cerveja, bandido bom só mesmo 'GELADO E EM CIMA DA MESA' e, de preferência, a vontade.

Enquanto isso do lado de lá (os marginais)...

Alexandre Pitombo (Estudante de Direito)

Aprendem artes marciais nos presídios, ou seja, melhora a forma de assaltar e melhora o confronto com a polícia, dando paridade no combate- como se já não tivessem melhores armas (granada, metralhadora, bazucas). Como disse um político na bahia, defensor dos Direitos Humanos: "Morrem muito poucos policiais nos confrontos". Em outras palavras, é melhor morrer mais policiais em serviço, dos que já morrem em folga. Assim pelo menos os defensores vão se sentir mais justiçados. Por que os hipócritas já não começam com a campanha "morte aos meganhas".

Estatísticas

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Ainda ontem eu assistia mais uma vez ao filme "Tropa de Elite", quando era mostrado como no Brasil como reduz os índices de criminalidade no Brasil, de forma simples e rápida: manipulando relatórios. Assim, veremos a partir de agora casos em que os supostos bandidos, em confronto com a polícia, matam-se a si próprios!

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