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Ecos do mensalão

Justiça ouve em SP testemunhas de defesa de Duda

Três testemunhas de defesa do publicitário Duda Mendonça são ouvidas nesta quinta-feira (28/5) pela juíza Silvia Maria Rocha, titular da 2ª Vara Federal Criminal de São Paulo. Os depoimentos fazem parte do processo judicial sobre o suposto esquema de pagamento de propinas a parlamentares em troca de apoio ao governo, que ficou conhecido como mensalão. As informações são do portal UOL.

Réu no processo, Duda Mendonça é acusado de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Suas testemunhas em São Paulo são o também publicitário Nizan Guanaes, o jornalista Ricardo Kotsho e Armando Ferrentini. Rita Iziane Souto, arrolada pelo réu, não foi encontrada pela Justiça.

Luiz Alencar de Lara, outra testemunha de defesa de Duda, teve o depoimento transferido para o próximo dia 5.

Esta semana aconteceram depoimentos de defesa do ex-chefe da Casa Civil da Presidência da República José Dirceu. Ao deixar o prédio da Justiça Federal em São Paulo, o deputado Aldo Rebelo (PcdoB-SP) disse que nunca ouviu insinuações sobre a existência do esquema.

"Enquanto fui líder do governo, enquanto fui ministro, nunca ouvi de nenhum jornalista, de nenhum deputado, ou de ninguém, algo relacionado com um esquema que desse dinheiro a deputados ou partidos para votar favoravelmente a propostas do governo. Isso eu nunca ouvi falar. Para mim, pelo menos, ele [mensalão] nunca existiu", disse Rebelo.

O deputado foi arrolado também como testemunha de defesa do deputado José Genoino (PT-SP) e do presidente do PTB, o ex-deputado Roberto Jefferson.

O ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, primeiro a ser ouvido, voltou a afirmar que o mensalão não existiu. "Acho que a justiça vai ser feita. A minha convicção é de que não existiu o mensalão", disse.

Réu no processo, o ex-ministro José Dirceu responde pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa.

Revista Consultor Jurídico, 28 de maio de 2009, 19h34

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