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Operação Turko

PF faz operação contra pedofilia infantil

A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (18/5), uma operação para combater o crime de pornografia infantil na internet. Cerca de 400 policiais cumprem 92 mandados de busca e apreensão em 20 estados e no Distrito Federal. A ação foi denominada Operação Turko

Segundo os federais, a investigação, coordenada pela Divisão de Direitos Humanos e pela Unidade de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF, é resultado “de informações repassadas pela Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia no Senado Federal, em parceria com a ONG Safernet e com o Ministério Público Federal de São Paulo”.

A PF informa que os investigados usavam comunidades em um site de relacionamentos para troca de material de pornografia infantil. “Ao longo de um ano de investigação, que contou com a colaboração da empresa proprietária do site, foram filtradas cerca de 3.500 denúncias que acabaram levando até os alvos da ação”.

Informe preliminar da PF diz que “nas buscas os policiais irão acessar os computadores dos suspeitos para confirmar a existência de imagens de pornografia infantil e caso o material seja encontrado, os responsáveis serão presos em flagrante. Esta é a primeira grande operação após a publicação da lei 11.829, que alterou o Estatuto da Criança e do Adolescente e tornou crime a posse de material pornográfico infantil”.

A Operação é realizada em Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. Com informações da Assessoria de Imprensa da Policia Federal

Revista Consultor Jurídico, 18 de maio de 2009, 11h32

Comentários de leitores

1 comentário

competência da Justiça Estadual

Republicano (Professor)

A operação policial deve existir em casos tais , e com rigor. Agora, deve se atentar para a competência jurisdicional, e em nenhum momento a CF estabelece a competêncioa para o processo e julgamento de crimes pela internet. De pincípio, a competência não está inserida no rol taxativo do artigo 109 da CF, daí a competência da Justiça Estadual.

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