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Envio de dinheiro

PF tenta prender doleiros no Rio Grande do Sul

O Grupo de Repressão a Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro da Polícia Federal, no Rio Grande do Sul, deflagrou nesta sexta-feira (5/6) uma operação batizada como Hércules. A intenção é prender um grupo de doleiros acusados de enviar dinheiro para o exterior de forma ilegal. A operação dispõe de 150 policiais federais para cumprimento de 31 mandados de busca e apreensão e 18 mandados de prisão em Porto Alegre, Canoas, Gravataí, Novo Hamburgo, Viamão e Guaíba.

A investigação começou em outubro de 2008. Foi uma continuação da operação batizada como Hidra Brasil-Uruguai, que investigou o contrabando de ouro, prata e metais preciosos do Uruguai para o Brasil.

Segundo a PF, “a organização criminosa investigada utilizava duas casas de câmbio regularmente constituídas e localizadas na cidade de Porto Alegre, que possuem autorização do Banco Central do Brasil somente para efetuar troca de moeda para fins de turismo, para enviar milhões de dólares para o exterior, fruto dos mais diversos crimes e o dinheiro era enviado através de um mercado paralelo de câmbio que funciona a margem do sistema financeiro regular, através de operações conhecidas como dólar-cabo”.

Os doleiros podem responder por formação de quadrilha, crimes contra o sistema financeiro nacional (operar instituição financeira e casa de câmbio sem autorização do Banco Central e evasão de divisas) e lavagem de dinheiro.

De acordo com a PF, “o nome da operação foi atribuído porque se trata de uma continuidade da Operação Hidra já que, na mitologia grega, Hidra era um animal com inúmeras cabeças de serpente que se regeneravam (ou seja, matava-se uma e surgia pelo menos mais uma no lugar) e corpo de dragão, que somente foi derrotada por Hércules”. *Com informações da Assessoria de Imprensa da PF do Rio Grande do Sul

 

Revista Consultor Jurídico, 5 de junho de 2009, 10h57

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