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Venda de drogas

STJ mantém prisão de advogado acusado de tráfico de drogas

O Superior Tribunal de Justiça manteve a prisão preventiva do advogado criminalista Augusto Cipriani Prates. Ele é acusado de integrar uma rede que encomendava drogas na fronteira do Brasil com a Argentina e o Paraguai.

Segundo a Polícia Federal, o advogado seria o elo entre o grupo liderado por João Carlos da Silva Padilha — assassinado no início das investigações e substituído por sua mulher, Kátia — com quadrilhas menores e fornecedores de drogas.

O vice-presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, considerou que há justificativas para a manutenção do decreto prisional de Prates, reveladas na decisão do desembargador Marco Antônio Ribeiro de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. “As notícias de homicídios, fraude processual e corrupção recomendam fortemente a retirada de circulação de todos os implicados para que a instrução transcorra lisamente”, afirmou o desembargador.

O ministro solicitou informações ao TJ-RS e determinou o encaminhamento do processo ao Ministério Público Federal para a elaboração de parecer.

HC 124.720

Revista Consultor Jurídico, 30 de dezembro de 2008, 11h14

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