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Liberdade condicional

Mike Tyson é condenado por porte de drogas e dirigir embriagado

O ex-boxeador Mike Tyson foi condenado nesta segunda-feira (19/11) a 24 horas de prisão, três anos de liberdade condicional e 360 horas de serviços comunitários por porte ilegal de drogas e dirigir embriagado. Os crimes prevêem até quatro anos e três meses de prisão. No entanto, a juíza Helen Abrams considerou que Tyson mostrou boa vontade ao seguir um programa de reinserção social. Com uma voz praticamente inaudível, a ex-fera dos ringues apresentou suas desculpas ao tribunal, informa o jornal eletrônico Último Segundo.

Tyson, de 41 anos, foi detido na região de Scottsdale, no estado do Arizona, em dezembro de 2006, depois de de sair de uma boate. Na ocasião, um policial ordenou que o ex-boxeador estacionasse o carro, mas, ao perceber a presença da polícia, Tyson tentou esconder a droga. Segundo a polícia, ele esparramarou o pó no veículo, sem sucesso.

Em setembro deste ano, durante uma audiência no Arizona, Tyson confessou estar carregando cocaína e dirigindo embriagado. Em 1992, foi condenado a seis anos de prisão por estupro e libertado três anos depois.

No boxe, a carreira de Tyson teve tantos altos e baixos quanto na vida real. Em 1986, Mike Tyson, com apenas 20 anos, tornou-se o campeão dos pesos-pesados mais jovem da história. Venceu 50 lutas — sendo 44 por nocaute — perdeu seis e se aposentou em junho de 2005, após uma derrota contra o irlandês Kevin McBride. Tyson ganhou cerca de 300 milhões de dólares na carreira, mas declarou falência em 2003.

O ex-puglista marcou sua carreira não só pelos nocautes, mas também pela agressividade. Em 1997, durante uma luta, o ex-boxeador mordeu a orelha do adversário, Evander Holyfield.

Revista Consultor Jurídico, 19 de novembro de 2007, 17h18

Comentários de leitores

2 comentários

Zito, Não se esqueça que as nossas leis sempre...

J.Henrique (Funcionário público)

Zito, Não se esqueça que as nossas leis sempre prevém uma infinidade de recursos que sempre demoram, cada um deles, nos tribunais. E no fim, se a origem do criminoso autoriza, há as penas alternativas.

Há se essa lei vigora-se no País, não teriámos ...

Zito (Consultor)

Há se essa lei vigora-se no País, não teriámos cadeia para todos.

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