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Briga de torcidas

Palmeirense que matou corintiano não consegue liberdade

O torcedor palmeirense Alessandro Almeida Borges Pereira vai continuar preso. A decisão é da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça. Borges Pereira foi condenado, em fevereiro, a 14 anos de reclusão por matar o corintiano Marcos Gabriel Cardoso Soares, em 2 de maio de 2004, durante uma briga entre as torcidas dos dois times.

Alessandro Borges Pereira foi pronunciado junto com o torcedor Edmilson José da Silva. Segundo a denúncia, os palmeirenses encurralaram três torcedores corintianos próximo à Avenida Pacaembu, na cidade de São Paulo e, na briga, acabaram matando Marcos Cardoso. Na época, o presidente da torcida “Mancha Verde”, Jânio Carvalho Santos, chegou a ser denunciado pelo crime, mas não houve prova de sua participação.

A defesa alegou ao STJ excesso de prazo na formação da culpa, bem como ausência de culpa no crime. Para a 6ª Turma, a prisão está motivada na necessidade da preservação da ordem pública.

O relator, ministro Paulo Galloti, acentuou que a periculosidade do réu se registra pelo simples fato de o condenado agredir alguém da torcida diversa a pauladas, socos e pontapés até levá-la à morte.

HC 52.745

Revista Consultor Jurídico, 23 de março de 2007, 13h12

Comentários de leitores

1 comentário

Com todo o respeito que merece os administrador...

luis (Outros)

Com todo o respeito que merece os administradores do site, acho que o título da matéria foi infeliz. Somente estimula a "guerra" de torcidas. Não seria melhor fazer a chamada como "condenado por morte de torcedor rival não consegue a liberdade".

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