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Crime no litoral

Promotor acusado de matar jovem em SP não reivindica salários

O promotor Thales Ferri Schoedl, acusado de matar um e ferir outro jovem no litoral de São Paulo, não está reivindicando salários atrasados na Justiça. A informação publicada pela revista Consultor Jurídico na terça-feira (20/3) estava equivocada.

Na verdade, existe um processo coletivo em que promotores reclamam diferenças salariais. Neste processo, Schoedl também é beneficiado, mas nada tem a ver com salários que ele teria deixado de receber.

Veja a nota enviada pelos advogados de Schoedl à revista Consultor Jurídico

Foi divulgada, em 20 de março de 2007, no site do Consultor Jurídico, notícia com o título "Crime em Riviera - Promotor acusado de matar jovem permanece no MP-SP". No final do texto, constou a informação de que "O promotor reclama na Justiça o pagamento de R$ 284.352 de salários atrasados."

Ocorre que a informação não é verdadeira, já que o Dr. Thales não reclama na Justiça o pagamento de salários atrasados.

Existe uma ação, cujo número segue abaixo, proposta por diversos membros do Ministério Público do Estado de São Paulo, e não só pelo Dr. Thales, cujo objeto é o pleito de diárias que não foram pagas a todos os autores da ação.

Assim sendo, o valor pleiteado pelo Dr. Thales, nessa ação, que foi proposta em data anterior aos fatos ocorridos na Riviera, é de R$ 5.267,88, e não de R$ 284.352,00, e se refere a uma diária de dezembro de 2003, que tem caráter indenizatório, e não a salários atrasados, conforme noticiado.

O número do processo é 583.53.2004.032404-9 e corre perante a 14ª. Vara da Fazenda Pública de São Paulo.

Por essa razão, na qualidade de procuradores do Dr. Thales, e certos da seriedade, profissionalismo e qualidade do Consultor Jurídico, solicitamos seja a notícia retificada com o mesmo grau de publicidade dado à notícia original.

Muito obrigado,

São Paulo, 21/03/2007.

Ovídio Rocha Barros Sandoval

Ovídio Rocha Barros Sandoval Jr.

Rodrigo Otávio Bretas Marzagão

Luís Felipe Bretas Marzagão

Revista Consultor Jurídico, 21 de março de 2007, 18h00

Comentários de leitores

6 comentários

Prezado Dr. Eduardo, boa tarde. Trata-se d...

Ivan Dario (Advogado Sócio de Escritório)

Prezado Dr. Eduardo, boa tarde. Trata-se de um Promotor, esse é o problema. Esses todos que disseram o que não sabem, criaram uma nova forma de agravante: sendo o acusado concursado para o Ministério Público, Magistratura ou inscrito nos quadros da Ordem dos Advogados, aplicar-se-á pena de privação total e irrestrita de garantias constitucionais fundamentais. Para esses, a revolta não tem como cerne o resultado, mas sim a condição profissional de destaque de quem o praticou, frise-se, salvo prova em contrário, em legítima defesa. A resposta à denúncia, publicada no Conjur revela trechos de depoimentos, inclusive de Felipe, corroborando as alegações do Dr. Thales. Mas a ninguém instiga a leitura de tal matéria. Infelizmente. Sds.

A verdade sempre aparece. Tarda mas não falha. ...

Paulo André (Outros)

A verdade sempre aparece. Tarda mas não falha. No mais , aguardo ansiosamente o julgamento do processo criminal, para que seja ratifica sua inocência com a absolvição. Então, os que escreveram e disseram (ao público) o que não sabiam , serão devidamente resposabilizados.

Em mensagem anterior eu falei do clima de linch...

Michael Crichton (Médico)

Em mensagem anterior eu falei do clima de linchamento. Agora vem a prova definitiva. A ação proposta pelo promotor é sobre outra coisa. A reportagem não fez seu trabalho com o denodo e fidelidade esperadas. Errou. A correção do erro não vem com o destaque necessário.

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