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Parceria entre as construtoras Gautama e LJA acabou em 2003

Como tem acontecido nas sucessivas operações atribuídas à Polícia Federal (mas que na verdade são movidas pelo Ministério Público e pela Justiça), a chamada Navalha (originalmente Navalha na Carne, já que teria como alvo integrantes da PF), vai aos poucos redirecionando seu foco, ao tropeçar em inconsistências.

Uma delas emerge com a reação de um antigo sócio de Zuleido Veras, que rompeu com o personagem nuclear da trama mas, ainda assim, se vê enredado na multifacetada história divulgada pelos investigadores do caso.

A parceria entre as construtoras Gautama e a LJA acabou em outubro de 2003. Desavenças entre Zuleido Veras, da Gautama, e Latif Jabur Abdu, da LJA, levaram ao rompimento da sociedade. No ato da cisão, houve a divisão das obras a que dariam seguimento, separadamente.

Em reportagem, o site Contas Abertas, diz que uma ligação telefônica interceptada pela Polícia Federal deixou claro o desentendimento existente entre Zuleido e Latif. No telefonema, o proprietário da Gautama agradece ao jornalista Cláudio Humberto por uma nota publicada contrária a Latif.

No entanto, o Contas Abertas afirma que a construtora LJA aparece como sócia minoritária da Gautama no cadastro federal das prestadoras de serviço à União, publicado em outubro de 2006. A defesa da LJA contesta a informação. Esclarece que o rompimento entre as empresas aconteceu em 2003, como comprova o documento de cisão arquivado na junta comercial. O cadastro federal está desatualizado e leva a conclusão equivocada. “A LJA e o sr. Latif não têm qualquer participação na Gautama após essa data”, afirma o advogado da empresa José Luís de Oliveira Lima.

A LJA esclarece ainda que os contratos para a construção das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH’s) do Sal e a de Muçungo, ambas em Goiás, fazem parte da divisão de contratos feita em 2003, com a cisão da parceria existente entre as construtoras. “Tais PCH’s ainda estão em fase de licenciamento ambiental, não havendo ainda a realização de qualquer obras”, afirma Oliveira Lima.

Revista Consultor Jurídico, 26 de maio de 2007, 16h32

Comentários de leitores

3 comentários

Pega, pega! Pega, pega ladrâo!! A miséria s...

Armando do Prado (Professor)

Pega, pega! Pega, pega ladrâo!! A miséria só existe porque tem corrupção! Desemprego só aumenta porque tem corrupção! Tira do poder! Bota na prisão!! Tira esse malandro do legislativo! Tira esse malandro do poder judiciário! Pega ladrão! No Congresso! Pega ladrão! No Senado! Pega, pega! Gabriel o Pensador.

Sim promotor é o Juca, advogado do Zé Dirceu qu...

Armando do Prado (Professor)

Sim promotor é o Juca, advogado do Zé Dirceu que foi triturado pela elite burra e predadora, a mesma que agora tem medo de polícia, procurando destruí-la.

Esse advogado José Luis de Oliveira Lima, s.m.j...

MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Esse advogado José Luis de Oliveira Lima, s.m.j., é o advogado do Zé Dirceu!

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