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Operação Hipócrates

TRF-4 liberta médicos acusados de fraudar a previdência

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região concedeu, nesta terça-feira (5/6), Habeas Corpus aos médicos Sérgio Mecking Gonçalves da Silva, Humberto de Carvalho, Zélia Cardoso Pereira e Adib Suhbi Hasan Hussein. O grupo foi preso em Rio Grande (RS), no final de maio, durante a Operação Hipócrates da Polícia Federal. Eles são acusados de fornecer laudos e atestados médicos falsos para a obtenção de benefícios previdenciários.

Segundo a PF, os acusados ofereciam aos seus clientes a possibilidade de burlarem o INSS na obtenção de aposentadoria e auxílio-invalidez. As investigações teriam chegado a 79 clientes do grupo atendidos por auxílio-saúde, dos quais 69 apresentavam atestados emitidos pelos denunciados.

Segundo a relatora, desembargadora federal Maria de Fátima Freitas Labarrère, a prisão preventiva foi revogada porque as provas já foram colhidas e não há indício de que os suspeitos possam influenciar testemunhas ou prejudicar o andamento das investigações.

O pedido de liberdade de Eliana D’Arc Lima Rodrigues foi negado. Ela é mulher de Dejair Chagas Camargo, do escritório DC Camargo Encaminhamentos Previdenciários, apontado como um dos líderes do esquema.

Texto alterado em 11/6/2006, às 13h20, para correção de informações.

Revista Consultor Jurídico, 8 de junho de 2007, 17h14

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