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Regime fechado

Justiça determina que Paris Hilton volte para a prisão

A Justiça de Los Angeles obrigou a socialite Paris Hilton a voltar para a prisão. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (8/6). A corte atendeu pedido do procurador Rocky Delgadillo, que em moção acusou os responsáveis pela liberdade de Paris de violar os termos da sentença. Ela deveria cumprir pena na prisão, sem possibilidade de sair, afirmou o procurador (leia o pedido em inglês no site TMZ).

Paris Hilton terá de cumprir os 45 dias originalmente previstos na condenação. No entanto, serão computados cinco dias, segundo a Justiça. A decisão ocorre após diversas críticas sobre a transformação de sua pena de 23 dias na unidade de detenção Century Regional em uma sentença de prisão domiciliar.

A herdeira da família Hilton estava em casa com um localizador eletrônico preso ao tornozelo e só poderia se movimentar em um raio de 1 km. Ela ficou na detenção por três dias.

“Isso não está certo”, gritou Paris Hilton após ouvir a mais recente decisão. Ela saiu do tribunal chorando e abraçada por familiares.

Paris foi presa no dia 7 de setembro do ano passado. No começo de janeiro admitiu ser culpada por dirigir bêbada e foi sentenciada a 36 meses em liberdade condicional, além de ser obrigada a freqüentar cursos e pagar uma multa. Depois, foi flagrada pela polícia da Califórnia dirigindo sem permissão e condenada a cumprir pena em regime fechado.

Direção perigosa

Não só Paris teve problemas com a Justiça nesta sexta-feira. O cantor britânico George Michael foi proibido de dirigir por dois anos e sentenciado a prestar 100 horas de serviços comunitários, depois de admitir ter dirigido sob o efeito de drogas.

Em outubro, a polícia encontrou o astro de 43 anos caído ao volante de seu carro em Londres. Michael disse à corte que se sentia “muito envergonhado”. Mas, fora do tribunal, ele atacou a cobertura da mídia sobre o caso, classificando-a de “ridícula”.

O cantor, que tem casas em Londres e no Texas, disse que poderá deixar a Grã-Bretanha para escapar da atenção implacável da imprensa sobre sua vida particular. Ele já admitiu ser dependente de remédios e declarou que maconha é menos prejudicial do que o álcool.

Revista Consultor Jurídico, 8 de junho de 2007, 17h31

Comentários de leitores

3 comentários

Lá segue-se a máxima: "todo poder emana do povo...

MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)

Lá segue-se a máxima: "todo poder emana do povo"inclusive o Judiciário. Aqui não, aqui Juízes, Desembargadores Ministros se acham Deuses e, isso também, em razão do "puxa-saquismo" de muitos que os colocam no lugar de Deus.

Aqui ela nunca teria ido para a cadeia.

J.Henrique (Funcionário público)

Aqui ela nunca teria ido para a cadeia.

Tudo indica que por lá ainda não existe (ainda ...

J. Ribeiro (Advogado Autônomo - Empresarial)

Tudo indica que por lá ainda não existe (ainda não está contaminado) o "jeitinho brasileiro" e, quando se pretende aplicá-lo, não é bem tolerado.

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