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Ventos fortes

Presos na Operação Hurricane não conseguem liberdade

O Superior Tribunal de Justiça negou, na terça-feira (5/6), os pedidos de Habeas Corpus de sete presos pela Polícia Federal na Operação Hurricane. A decisão foi tomada pela 5ª Turma e mantém as prisões cautelares de Virgílio Medina, irmão do ministro afastado do STJ Paulo Medina, Aniz Abrahão Davi, Nagib Teixeira Suaid, João Oliveira de Farias e dos portugueses Laurentino Frei dos Santos e Licínio Soares Bastos.

O grupo é acusado de tráfico de influência, corrupção passiva e ativa e formação de quadrilha. Todos pediam para aguardar o processo em liberdade. Alegaram falta de fundamento no decreto de prisão.

A relatora, ministra Laurita Vaz, não conheceu de nenhum dos Habeas Corpus, por considerar que a decisão que os manteve na prisão foi devidamente fundamentada.

A Operação Hurricane da Polícia Federal foi deflagrada em 13 de abril para deter acusados de envolvimento com a compra de sentenças para beneficiar o esquema de exploração do jogo ilegal. Três juízes e um procurador regional da República aguardam o processo em liberdade.

HC 82.666, HC82.819, HC82.306 e HC82.288

Revista Consultor Jurídico, 6 de junho de 2007, 18h50

Comentários de leitores

4 comentários

Hoje ainda não parabenizei quem deve ser parabe...

Armando do Prado (Professor)

Hoje ainda não parabenizei quem deve ser parabenizado: QUE VIVA A PF! QUE VIVA O MPF! Tremei chicaneiros!

GENRO: PAULO LACERDA VAI PERMANECER NA PF “...

Armando do Prado (Professor)

GENRO: PAULO LACERDA VAI PERMANECER NA PF “Aqueles que aguardavam a troca de comando da Polícia Federal, que busquem um banquinho para descansar. Se tem algum setor na PF ou fora dela que entenda que o doutor Lacerda está esperando um substituto, é bom comprar o banquinho. Não é visão minha nem do Presidente que ele seja interino. O doutor Paulo Lacerda vai permanecer”. Tarso Genro, Ministro da Justiça, em declaração nesta quarta-feira, dia 06, em Brasília.

Estranha a indignação de alguns quando o assunt...

Axel (Bacharel)

Estranha a indignação de alguns quando o assunto diz respeito à situação de certos barões do crime organizado. Talvez prestassem serviço melhor ao país se, ao invés de se preocuparem com bandidos que podem pagar a peso de ouro seus advogados, fizessem algum trabalho voluntário de auxílio à população carente das grandes cidades. A Polícia Federal incomoda quem tem "negócios" ligados às mais diversas atividades ilícitas. Gente que movimenta muito dinheiro sujo. Um agente da Polícia Federal que ajuda a desbaratar uma quadrilha como essa, ligada aos bingos, presta um serviço muito maior ao país que uma centena de "doutores" da lei que invocam os mais variados princípios constitucionais para manter criminosos/contraventores impunes. Não é à toa que este é o país da impunidade...

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