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Atrocidade de guerra

Soldado americano é julgado por fuzilar civil no Iraque

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Um fuzileiro naval dos Estados Unidos foi denunciado no último sábado pelo seqüestro e homicídio de um civil iraquiano, no ano passado. À corte da cidade de Camp Pendleteon, na Califórnia, Trent Thomas, 25 anos, disse que ele e os demais homens de serviço no dia dos crimes estavam “doentes e cansados de serem bombardeados”. As informações são do site FindLaw.

Thomas é o primeiro de uma lista de marines, como são chamados os fuzileiros navais dos EUA, denunciado pelo homicídio. Outros quatro acusados já se declararam culpados, dispostos a colaborar com a justiça em troca de uma possível redução de suas penas.

Segundo o Ministério Público Militar de Pendleteon, os oito homens seqüestraram Hashim Ibrahim Awad, de 52 anos, na cidade de Hamdania. Levado ao acostamento de uma estrada, Awad foi algemado e fuzilado com um tiro na cabeça. A seu lado os militares depositaram um rifle AK-47, numa tentativa de mascarar a cena do crime.

Casos de atrocidades de guerra envolvendo militares americanos no Iraque estão se tornando cada vez mais freqüentes. Na quinta-feira, um soldado acusado junto com outros quatro colegas da morte de uma civil, admitiu sua culpa. Em 12 de março do ano passado, o grupo estuprou e assassinou uma menina iraquiana de 14 anos.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 22 de janeiro de 2007, 18h35

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