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Acusado de genocídio

Bolívia pede prisão do ex-presidente Sánchez de Lozada

A Suprema Corte da Bolívia emitiu nesta sexta-feira (2/2) um mandado de prisão internacional contra o ex-presidente do país, Gonzalo Sánchez de Lozada, e dois ex-ministros do governo dele.

De acordo com o jornal boliviano La Razón, os três estão sendo responsabilizados pelos confrontos entre civis e militares, que deixaram 63 pessoas mortas e 400 feridos durante protestos realizados no país quatro anos atrás.

As acusações contra o ex-presidente incluem genocídio e homicídio, e os ministros são acusados de serem cúmplices. O ex-presidente Lozada e os dois ex-ministros deixaram a Bolívia em 2003. Acredita-se que eles estejam morando nos Estados Unidos. A justiça boliviana está considerando os três como foragidos.

Gonzalo Sánchez de Lozada foi presidente da Bolívia por duas vezes, de 1993 a 1997 e de 2002 a 2003.

Revista Consultor Jurídico, 3 de fevereiro de 2007, 10h17

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