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Fim das negociações

Invasor de fórum que mantinha reféns morre em Rondônia

Após trocar tiros com policiais, o invasor do fórum de Ariquemes, cidade localizada a 200 quilômetros de Porto Velho, em Rondônia, morreu baleado na cidade de Buritis (RO). O seqüestrador se dizia perseguido pelo Poder Judiciário porque tinha perdido um processo.

Ele tinha sido levado para a cidade em um carro guiado por um motorista que integrava a equipe de negociação da Polícia de Rondônia. A última refém conseguiu escapar do carro, assim que a troca de tiros foi iniciada. De acordo com a Polícia, nenhum envolvido ficou ferido. A informação é do portal de notícias G1.

O invasor chegou ao local armado e fez seis pessoas reféns no cartório da 2ª Vara Criminal na manhã desta quinta-feira (30/8). Na quinta-feira à noite, ele libertou dois reféns. Durante a manhã e a tarde desta sexta (31/8), ele libertou mais três reféns.

De acordo com informações da Polícia, o homem alegava insatisfação com a partilha de bens definida em seu processo de separação, do início de 2006.

Revista Consultor Jurídico, 31 de agosto de 2007, 21h45

Comentários de leitores

3 comentários

Hahhhh... o manto do anonimato ! Dizer o que q...

Daniel Rondi (Advogado Autônomo - Civil)

Hahhhh... o manto do anonimato ! Dizer o que quer sem mostrar a cara, isso é muito corajoso sim !

Claro. ilustre magistrado, que o digam o juiz q...

Roland Freisler (Advogado Autônomo)

Claro. ilustre magistrado, que o digam o juiz que matou a sangue frio aquele funcionário de um supermercado, lá no norte, e o promotor Schoedell, que está sendo acusado de assassinato...Prerrogativa idiota, vc se julga superior aos demais seres humanos por que passou num concurso???? Vá se vacinar contra o virus da "juizite". Vc nada mais nada menos é um serventuário pago com o nosso dinheiro. Vc deverá ter melhor proteção do que nós?

É isso aí. Depois os advogados ficam reclamando...

Paulo AB Camargo (Juiz Estadual de 1ª. Instância)

É isso aí. Depois os advogados ficam reclamando da prerrogativa dos juízes e promotores de portarem arma. Falar que os outros não têm direito a proteção é fácil. Quando ocorre com eles, advogados, aí o Estado foi ineficiente, há impunidade etc.

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