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Mesmo cenário

Processo é extinto e viúva do milionário da Mega-Sena fica presa

A viúva Adriana Ferreira Almeida, acusada de ser a mandante do assassinato do marido, o milionário da Mega-Sena René Senna, terá que iniciar um outro processo para tentar responder a ação penal em liberdade. A decisão é do ministro Francisco Peçanha Martins, vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça. Ele extinguiu o Habeas Corpus movido pela acusada contra a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que negou seu pedido de liberdade.

Segundo o ministro, o processo que requeria a liberdade da acusada foi extinto, principalmente, porque era uma reiteração de outro pedido (HC 84.393/RJ), já negado pela ministra Laurita Vaz. Nesse pedido, a defesa de Adriana Almeida alegou que o decreto judicial que determinou a prisão preventiva estaria necessitando de fundamentação legal.

Adriana Almeida foi presa preventivamente, após ser denunciada pela prática do crime de homicídio qualificado e responde, junto com outras cinco pessoas, à ação penal que investiga o assassinato de René Senna. Ela é suspeita de ser a mandante do crime, que aconteceu no dia 7 de janeiro deste ano.

HC 88.159

Revista Consultor Jurídico, 2 de agosto de 2007, 10h33

Comentários de leitores

2 comentários

coitadinha da viuvazinha e benfeito ao falecido...

Murassawa (Advogado Autônomo)

coitadinha da viuvazinha e benfeito ao falecido que achou que estava abafando ao se unir a uma moça muito mais jovem que ele. Neste caso ficou provado que nem sempre o dinheiro manda buscar a felicidade.

Por que para ela não valem os argumentos, filig...

Armando do Prado (Professor)

Por que para ela não valem os argumentos, filigranas e chicanices, que valem para o "pobre" do Pimenta? Com a palavra os rábulas.

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