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Desvio de conduta

Vaticano exonera padre condenado por abuso sexual

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O Vaticano exonerou neste final de semana um padre condenado por assediar sexualmente e chicotear garotos nas festividades da Páscoa durante os anos de 1973 a 2004, segundo a Arquidiocese da Filadélfia. As informações são do site Findlaw.

O padre Thomas J. Smith era acusado de furar garotos com broches até que sangrassem e dramatizar a morte de Cristo. O júri aconteceu em 2005. A Justiça classificou o comportamento do padre como “depravado” e “sádico”.

A crônica do padre Smith começa em várias paróquias, a partir de 1973, e acaba em dezembro de 2004, quando o clero norte-americano começa a obter provas de sua má conduta. O cardeal da Fidafélfia, Anthony Bevilacqua, foi acusado de ter encoberto 63 padres que cometiam abusos semelhantes contra crianças.

Casos como esses nos EUA, têm obrigado a igreja a fechar acordos milionários para encerrar processos. O último caso foi o da Diocese da cidade de Spokane, no estado de Washington, que concordou em pagar US$ 48 milhões a pessoas molestadas sexualmente por padres, como parte de um acordo legal para evitar a quebra financeira daquela prelazia.

A Arquidiocese de Portland, em Oregon, ajuizou plano de reestruturação para evitar falência, pelo qual se comprometeu a pagar US$ 75 milhões para evitar condenações em 170 processos civis por abuso sexual. A Arquidiocese de Los Angeles também foi obrigada a desembolsar US$ 60 milhões para 45 querelantes. Outros casos famosos são o da Diocese do Condado de Orange, Califórnia, que pagou US$ 100 milhões a 87 pessoas, em 2005, e US$ 85 milhões pagos em 2003, a 552 pessoas, pela arquidiocese de Boston.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 16 de abril de 2007, 13h14

Comentários de leitores

5 comentários

Pois é, você vê que sacanagem? "Smith"! ...

Richard Smith (Consultor)

Pois é, você vê que sacanagem? "Smith"! Mas estou na sua: C A D E I A ! E se for o caso, para o Bispo acoitador também.

Cadeia!!! De preferência numa cela cheia de per...

Radar (Bacharel)

Cadeia!!! De preferência numa cela cheia de pervertidos da mesma marca dele. E o cara se chama Smith, né.. hummm

Calma Cláudia: Justas revoltas à parte, o ...

Richard Smith (Consultor)

Calma Cláudia: Justas revoltas à parte, o termo "má-conduta" (afora o CRIME, claro) é plenamente aplicável ("misconducting" em inglês é um termo jurídico amplo e bastante severo!). Agora, antes que você julgue a instituição Igreja Católica pelas (várias) maçãs podres que nela estão é preciso discernir alguns fatos: a) No caso presente é evidente que o padre em questão é um pervertido do gênero sadista, psicopatologia esta que tem conotação sexual, é de dificil diagnóstico, sendo no entanto, que é óbvio que faltou vigilância dos seus superiores, ainda mais num período tão longo; b) NÃO é correto se falar em Padres PEDÓFILOS, ou seja, que tem atração sexual por menores IMPÚBERES, de ambos os sexos, mas sim, em Padres PEDERASTAS, que tem atração por menores PÚBERES do mesmo sexo; c) Razão pela qual, também obviamente indevido infereir-se que a revogação do CELIBATO e a possibilidade de se unir a uma mulher fossem evitar tais casos, lá na America do Norte tão numerosos; d) O problema é que os semináriso americanos (e muitos dos nosso também!) estão dominados por hereges MODERNISTAS, que combatem a Doutrina CAtólica. Dessa forma, os candidatos verdadeiramente vocacionados ao Sacerdócio são AFASTADOS e aqueles com inclinações homossexuais e, portanto, absolutamente inaptos ao Sacerdócio (por desvio de personalidade e conduta gravemente contrária à moral) são acolhidos. E incentivados na sua prática imoral. Agora, no caso das ricas dioceses americanas, o que você acha que acontece, quando esses tipos são colocados em contatos com jovenzinhos em acampamentos, ginásios desportivos, vestiários, etc.? E alguns Bispos (cuja etimologia quer dizer "vigilante"), violando os seus deveres de vigilância e de defesa do seu rebanho e numa distorcida visão de "defesa da fé", preferiram jogar o lixo (literalemnte...) para baixo do tapete; e) Agora, sejamos sinceros também, os casos realtados (e presumidos) de todos os Padres até agora registrados, em mais de 30 anos, não representam UM DÉCIMO de todos os casos apenas parcialmente relatados de funcionários da ONU em DEZ anos de atividades em regiões de proteção human, principalemnte de refugiados, fato este pouco divulgado pela imprensa violentamente anti-clerical, e que acaba "fazendo cabeças", como aparentemente a sua. Um abraço.

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