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Confusão das aposentadorias

Alckmin pede direito de resposta contra jornal maranhense

O candidato à Presidência da República Geraldo Alckmin pediu direito de resposta contra o Jornal do Povo do Maranhão, com sede em São Luís (MA), responsável pela publicação do jornal Veja Agora. O relator do pedido no Tribunal Superior Eleitoral é o ministro Ari Pargendler.

De acordo com a representação, o jornal reproduziu, na edição do dia 13 de outubro de 2006, “versão fraudulenta” de nota já publicada em outro espaço pelo jornalista Cláudio Humberto, em 25 de agosto de 2006. A nota contestada informava que a coligação de Alckmin denunciou ao Ministério Público Eleitoral dois militantes do PT acusados de espalhar na internet notícia imputando ao candidato tucano uma aposentadoria precoce. Mas, de acordo com a coligação, a notícia verdadeira dizia respeito à aposentadoria do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como anistiado político.

A notícia veiculada no Veja Agora, de acordo os tucanos, seria no sentido de que Geraldo Alckmin “seria beneficiário de aposentadoria especial, supostamente concedida por ser ele, um ‘anistiado político’”.

Além de pedir resposta no mesmo espaço e local, a defesa pede ainda que nota seja veiculada no site do jornal, onde o texto também foi publicado.

RP 1.276

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Revista Consultor Jurídico, 16 de outubro de 2006, 20h45

Comentários de leitores

7 comentários

BOM DIA SRS JOAO M.(CRIMINALISTA)E MURASSAWA(TR...

CELO (Estagiário - Criminal)

BOM DIA SRS JOAO M.(CRIMINALISTA)E MURASSAWA(TRABALHISTA) Sempre admirei seu comentarios Sr Joao, mais não consigo entender como uma pessoa tão culta pode afirmar que vai votar no geraldo, este não tendo o mínimo preparo para governar o estado de SP ainda mais o BRASIL. Sr Murassawa a miseria sempre ouve e sempre vai haver, há pessoas que se acomodam com o bolsa família e por isso não buscam um meio para poder sair, a culpa não é só do governo e a miseria não começou no governo LULA ela já veio de antes,não é da noite para o dia que se resolve... o LULA FEZ E VAIA FAZER MUITO MAIS PARA OS BRASILEIROS, NÃO PARA 35 MILHÕES DE HABITANTES QUE OS TUCANOS GOVERNAVAM E SIM PARA A MAIORIA DOS 190 MILHÕES DOS BRASILEIROS.

Tive oportunidade de viajar pelo interior do ma...

Murassawa (Advogado Autônomo)

Tive oportunidade de viajar pelo interior do maranhão em 2005 e fiquei triste ao observar familias vivendo em situação de extrema necessidade e miséria, sem qualquer assistencia do estado, pois, estão sobrevivendo de pequenas esmolas que conseguem a beira das estradas e de pequenas caças, portando, pergunto onde está a tão propalada bolsa familia, está mesma imágem observei no sul do estado da bahia, no norte do espirito santo e no estado de sergipe.

Delegado constrange oposição e diz que PF não é...

Armando do Prado (Professor)

Delegado constrange oposição e diz que PF não é manipulada BRASÍLIA (Reuters) - A oposição esperava que o presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal referendasse suas críticas de aparelhamento da instituição, mas foi constrangida diante das câmeras a uma declaração de que a PF não sofre qualquer manipulação do governo nas investigações sobre o escândalo do dossiê. Leia abaixo o texto Sandro Avelar, que dirige a ANDPF, pediu um encontro com os comandantes do PSDB, do PFL e do PPS nesta tarde e fez os três partidos acreditarem que teriam um aliado nas críticas de aparelhamento da PF. Cálculo errado. O objetivo do delegado não era unir-se ao coro nem ofender a instituição que representa, mas aproveitar a polêmica sobre a PF para apresentar um projeto de lei reivindicando a autonomia da corporação federal. A jornalistas, ele negou peremptoriamente qualquer tentativa do Ministério da Justiça de tutelar e dirigir o inquérito a favor do PT, ponderando que "seria leviano afirmar que há manipulação". "As investigações são isentas e estão sendo conduzidas da maneira que deve ser feita, o prazo (do inquérito) é bem razoável", disse Avelar, para surpresa dos jornalistas e constrangimento de líderes da oposição, que posavam a seu lado diante das câmeras de TV. Inicialmente, o encontro havia gerado nos partidos que apóiam a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República a esperança de dar musculatura à pressão pelo surgimento da origem do dinheiro e expor nos jornais um fato negativo aos adversários. Mas o movimento acabou tendo efeito contrário. A oposição acusa o governo e a própria PF de fazer uma "operação tartaruga" para descobrir a origem do 1,7 milhão de reais apreendidos pela polícia. O montante seria usado por petistas para pagar um dossiê que incriminava políticos tucanos. "Quero que essa isenção seja transformada em lei", completou. Ao lado do presidente do PPS, deputado Roberto Freire (PE), e do presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), Avelar defendeu seu projeto de independência. "O momento é oportuno para colocarmos à mesa essa discussão", argumentou. "Se não há manipulação, porque pedir a independência da PF?", questionaram jornalistas diversas vezes. "Enquanto nós não tivermos a nossa autonomia prevista em lei, nós sempre vamos estar sujeitos a essa preocupação", respondeu Avelar. Com isso aumenta o desespero da tucanalhada que vai tentar de tudo para ganhar no tapetão.

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