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Jornalistas de doze países acompanham eleições no TSE

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Desde a manhã desde terça-feira (1/10) o centro de divulgação dos resultados das eleições 2006, montado ao lado do Tribunal Superior Eleitoral, enfrenta a tensão e a expectativa da apuração. A estrutura, de mil metros quadrados poderá receber até o final do dia mais de 500 profissionais de imprensa, entre repórteres, fotógrafos e equipes de TV. A estrutura é montada pelo TSE em todas as eleições, mas neste ano ela está 40% maior do que nos anos anteriores. Jornalistas de doze países, agências internacionais, na maioria, acompanham a marcha eleitoral.

Para cobrir as eleições direto do TSE acompanhando apuração e totalização dos votos, se credenciaram no centro de divulgação 22 emissoras de televisão, 20 rádios, 18 jornais, 16 agências de notícias e quatro revistas.

Rádios, televisões e sites, estão transmitindo em tempo real boletins com a situação das urnas e das zonas eleitorais de todo país, além de outras ocorrências. A partir das 17h de hoje o TSE começa a receber eletronicamente dos TREs de todo Brasil os resultados parciais da votação e partir das 19h o resultado parcial da votação para o cargo de presidente.

O centro de divulgação conta com uma sala de coletivas com capacidade para 100 pessoas, 15 cabines para rádios, 12 cabines para emissoras de TVs, 63 bancadas individuais e 106 computadores. Apesar da quantidade de pessoas presentes no centro de divulgação o clima é de cordialidade e tranqüilidade entre os jornalistas.

Para atender e dar apoio a todos os jornalistas presentes o TSE conta com uma equipe de doze servidores do Tribunal, dois fotógrafos, oito jornalistas, equipe de informática para manutenção dos computadores, além de seguranças espalhados pelas instalações.

Do TSE para o mundo

Entre as empresas jornalísticas internacionais que acompanham as eleições do TSE, estão o jornal Dagavisen, da Noruega, Diário Mainichi Shimbun, do Japão, Agência Angola Press, Bloomberg News, Telesur, entre outros, além das sucursais e correspondentes internacionais que atuam no Brasil, como Reuters, Associated Press, Ansa, entre outras.

Criada a pouco menos de um ano no dia do aniversário de Simon Bolívar, a Telesur, que tem sede na Venezuela é transmitida para toda a América do Sul pela televisão e pela internet no site www.telesurtv.net. No centro de divulgação do TSE eles estão com uma equipe de quatro pessoas entre repórter, cinegrafista, produtor e diretor de redação. O editor de imagem da Telsur, Alberto Lopez, 31 anos, avalia como muito tranqüilo e organizado a infra-estrutura e o sistema de cobertura no TSE. Esta é a primeira vez que Lopez vem ao Brasil. Ele elogia as condições de trabalho. A apresentadora do telejornal, Patrícia Villegas, transmite suas notícias em tempo real ao longo da programação dando informações da votação em todo o país.

 é correspondente da Revista Consultor Jurídico em Brasília.

Revista Consultor Jurídico, 1 de outubro de 2006, 18h23

Comentários de leitores

2 comentários

Caçamba! Parece com "ç" é fogo! Velhice...

Richard Smith (Consultor)

Caçamba! Parece com "ç" é fogo! Velhice...

Espero que esses uns todos ensinem aos demias p...

Richard Smith (Consultor)

Espero que esses uns todos ensinem aos demias países, como é que se faz um pleito organizado e limpo. Se num governo sujo e aparelahdor como este não houve qualquer contestação aos resultados das urnas, é sinal que elas (as eletrônicas), não tão ruins assim não é? Num país continental como este, organizar, receber e computar os votos de 125 milhões de pessoas não é tarefa fácil, mas que no entanto foi muito bem cumprida. Parabéns Justiça Eleitoral (pareçe que a única que funciona, atualmente).

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