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Extensão de benefício

Irmãos Cristian e Daniel Cravinhos pedem prisão domiciliar

Seis dias antes da data marcada para o julgamento no caso do assassinato do casal Manfred e Marísia von Richtofen, a defesa dos irmãos Cristian e Daniel Cravinhos ingressou com pedido de prisão domiciliar no Superior Tribunal de Justiça.

Os advogados pedem a extensão do benefício da prisão domiciliar temporária concedido no último dia 26 de maio a Suzane von Richthofen, filha do casal assassinado.

O pedido de extensão será analisado pelo ministro Nilson Naves. Os advogados dos irmãos Cravinhos argumentam que, como o ministro teria reconhecido que a detenção de Suzane era desnecessária, o mesmo entendimento deve ser estendido aos acusados, “afastando a adoção de dois pesos e duas medidas em detrimento dos acusados”.

Os irmãos Cravinhos estão presos na Penitenciária João Batista de Arruda Sampaio, em Itirapina (SP). Eles haviam conseguido a liberdade também por meio de um pedido de extensão em Habeas Corpus de Suzane, em 8 de novembro de 2005. O Ministério Público de São Paulo pediu novamente a prisão dos irmãos depois que deram uma entrevista para uma rádio.

A defesa ainda informa que, caso seja concedida a prisão domiciliar, os irmãos ficariam recolhidos na casa dos pais, em São Paulo. O julgamento dos acusados está marcado para dia 5 de junho, às 13 horas, na 1º Vara do Júri da Capital, em São Paulo.

Suzane, seu namorado Daniel e o irmão dele, Christian Cravinhos, confessaram ter matado o casal Marisia e Manfred von Richthofen, a golpes de pau, na casa em que a família vivia, em outubro de 2002. Os acusados responderão por duplo homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, com a utilização de meio cruel e impossibilidade de defesa das vítimas.

HC 58.813

Revista Consultor Jurídico, 30 de maio de 2006, 17h31

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