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Cadeião de Pinheiros

Cadeia feminina em São Paulo é interditada por superlotação

A Cadeia Pública IV, conhecida como cadeião feminino de Pinheiros, deve ser fechada. A determinação é do diretor do Dipo — Departamento de Inquéritos Policiais e Polícia Judiciária do Tribunal de Justiça de São Paulo, Alex Tadeu Monteiro Zilenovski.

O pedido foi feito pelas próprias presas, por entidades civis, religiosas, de direitos humanos, entre outras, como a Pastoral Carcerária e a Associação dos Advogados Criminalistas do Estado de São Paulo.

Os motivos são: a superlotação carcerária e a falta de condições mínimas de segurança da unidade. Segundo o Dipo, há risco não apenas para a saúde e integridade física das detentas, mas também aos funcionários que trabalham no local.

A Secretaria de Administração Penitenciária tem 60 dias para transferir as 1.365 presas para outros estabelecimentos. A decisão do Dipo, que teve parecer favorável da Corregedoria-Geral de Justiça, também impede o ingresso de novas presas na Cadeia Pública.

Revista Consultor Jurídico, 27 de julho de 2006, 15h47

Comentários de leitores

3 comentários

As cadeias são o retrato dos administradores.

Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)

As cadeias são o retrato dos administradores.

Espero que fechem estas procilgas que atentam c...

Reginaldo (Advogado Autônomo)

Espero que fechem estas procilgas que atentam contra a dignidade humana, mas temo que voltem a colocar presos em distritos policiais, como se andou aventando em razão da situação vivida no presídio de Araraquara.

Parabéns pela coragem do magistrado paulista. A...

Rossi Vieira (Advogado Autônomo - Criminal)

Parabéns pela coragem do magistrado paulista. Aquela cadeia dá de 10 a 0 no curral de porcos. Seria uma ofensa guardar porcos nessa pocilga imunda. Otavio Augusto Rossi Vieira, 39 advogado criminal em São Paulo.

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