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Violência organizada

Ataques atribuídos ao PCC provocam cinco mortes em São Paulo

Uma nova onda de ataques atribuídos à organização criminosa Primeiro Comando da Capital ocorreu na madrugada desta quarta feira em diversos pontos da região metropolitana de São Paulo e no litoral paulista. Informações da Polícia Militar dão conta de 48 ataques que resultaram em cinco mortes. Também foram registrados incêndios de 16 ônibus coletivos.

Os ataques ocorrem quase dois meses depois da primeira investida supostamente patrocinada pelo PCC que causou pânico em todo o estado com o assassinato de mais de 200 pessoas, atentados contra prédios e bens públicos e privados, além de uma série de rebeliões em presídios.

Os alvos dos ataques foram agências bancárias, as residências de três policiais militares, um prédio da Prefeitura de São Paulo, a Câmara Municipal do município de Santa Isabel, Distritos Policiais e postos da Polícia Militar e da Guarda Municipal. Houve ainda incêndios em estabelecimentos comerciais, revendas de veículos, tiros e explosivos jogados contra dois supermercados, postos de gasolina e contra o Sindicato da Construção Civil.

Nos ataques um policial morreu na hora, além do filho de um agente penitenciário e um vigia. Segundo informações do secretário de Adminitração Penitenciária, Antonio Ferreira Pinto, outros dois vigilantes foram mortos no Guarujá, no litoral sul.

Na nova leva de ataques do crime organizado, foram queimados também 16 ônibus, na Grande São Paulo e na Baixada Santista. Dos cinco ônibus incendiados no litoral, dois estavam circulando, mas ninguém ficou ferido. Os outros três estavam em garagens. Na capital paulista, ao lado de um dos veículos queimados, foi deixada uma grande faixa de pano com a seguinte inscrição: "fim da opressão carcerária".

Não há registro de ataques após as 7 horas da manhã desta quarta-feira (12/7).

Revista Consultor Jurídico, 12 de julho de 2006, 10h54

Comentários de leitores

9 comentários

Há mais de trinta anos que sou Advogado crimina...

A.C.Dinamarco (Advogado Autônomo)

Há mais de trinta anos que sou Advogado criminal de Policiais Militares. Sou testemunha de que tanto perseguiram os PM's, acusando-os e condenando-os a penas pesadas, que a grande maioria passou a evitar ocorrências passíveis de tiroteio. Resultado : a bandidagem cresceu, deitou e rolou e tomou conta. Agora, só uma solução : deixar a Polícia trabalhar e fazer a coisa a seu modo ; sem Direitos Humanos & Cia para atrapalhar. Precisamos, urgente, de uma profilaxia social. E isto só se consegue, atualmente, à bala !! acdinamarco@adv.oabsp.org.br

Táticas de guerrilha em ano eleitoral..humm..is...

Bira (Industrial)

Táticas de guerrilha em ano eleitoral..humm..isso lembra coisas....araguaia...comunismo...vermelho e branco...ano eleitoral...estrela...politica do tanto quanto pior melhor...fora FHC..sei lá..tantas emoções...

simplesmente um absurdo o que está acontecendo ...

marquinhos (Estudante de Direito - Criminal)

simplesmente um absurdo o que está acontecendo em São Paulo, aqui de Minas acompanhamos o noticiário e ficamos imaginando como a população paulista está vivendo com tanta insegurança que o Estado tem deixado de prestar aos cidadãos de bem,tá na hora de dar um basta nesta situação, deixar o lado politico de lado e olhar mais para o povo, parar de criar soluções paleativas e dar soluções mais concretas ao povo, tá na hora de começarmos a pensar como se chegou a essa situação tão problemática e é facíl, "corrupção",só teremos condição de vida melhor quando comerçarmos a combater implacavelmente esse mau que está destruindo nosso País, e devemos começar a combate-la de cima para baixo, com aplicação de penas bem severas aqueles que são funcionários públicos e politicos que usam o cargo para proveito próprio.

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