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Acusações na rede

PF investiga juiz por envio de e-mails anônimos contra ministro

O presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Edson Vidigal, encaminhou ao Conselho Nacional de Justiça ofício e documentação sobre o desembargador Getúlio Vargas de Moraes Oliveira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Segundo investigações da Polícia Federal, o juiz usaria o computador funcional para enviar e-mails anônimos com afirmações falsas contra o corregedor nacional de Justiça, ministro Antônio de Pádua Ribeiro, decano do STJ.

Segundo laudo elaborado da Polícia Federal, o e-mail anônimo foi enviado do computador do desembargador, em cuja conta pessoal de usuário do aparelho constava um diretório com o nome “meus e-mails anônimos”. Segundo o laudo, o juiz utilizava nomes falsos para criar e enviar mensagens eletrônicas a senadores, autoridades do Judiciário e do Executivo, e órgãos de imprensa contra à honra do ministro Pádua Ribeiro.

O presidente do STJ explicou quais providências foram tomadas no âmbito do STJ e da Polícia Federal para apurar a origem dos e-mails e lembrou que o desembargador não teve êxito no pedido de Mandado de Segurança impetrado no STJ. O mesmo ocorreu com o pedido de Habeas Corpus, negado no Supremo Tribunal Federal.

Revista Consultor Jurídico, 16 de fevereiro de 2006, 21h24

Comentários de leitores

3 comentários

Mais que abrir o selo do computador do desemb...

Magno - BH - Advogado Civilista (Advogado Sócio de Escritório)

Mais que abrir o selo do computador do desembargador, é necessário que se vá além e se investigue os inúmeros desvaneios do judiciário que, comparados a esse, o torna café pequeno. O Judiciário também precisa ser passado a limpo.

Agora, falta descobrir se a reestruturação dos ...

Valter (Advogado Autônomo)

Agora, falta descobrir se a reestruturação dos Cartórios que esse desembargador havia proposto, na qualidade de Corregedor do TJDF, era só um mecanismo de represália aos Tabeliães, ou se foi mera "coincidência"...

Além de utilizar o material público (computador...

Marcelo Augusto Pedromônico (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)

Além de utilizar o material público (computador) para fins não profissionais, o desembargador demonstrou que sua idade intelectual não evoluiu. Se na iniciativa privada, seria sumariamente demitido.

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