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Infeliz natal

Belo, Mânica e Ivo Noal passam festas de fim de ano na prisão

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Brasília - O cantor Marcelo Pires Vieira, o Belo, o fazendeiro e irmão do prefeito de Unaí Norberto Mânica e o empresário Ivo Noal fracassaram na tentativa de convencer a presidente interina do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie, a libertá-los da prisão.

Responsável por despachar os pedidos urgentes protocolados durante os feriados de final de ano e parte do mês de janeiro, a ministra não se sensibilizou com os argumentos dos advogados dos três e hoje, véspera de natal, rejeitou os pedidos de habeas-corpus que foram apresentados.

Preso por determinação do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio de Janeiro, o cantor Belo foi condenado a oito anos de prisão em regime fechado pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Para negar o pedido dos advogados do artista, a ministra alegou razões técnicas.

Também com base em argumento técnico, Ellen rejeitou o pedido de Mânica. Junto com o irmão, o fazendeiro foi denunciado pelo Ministério Público Federal por suposto envolvimento no assassinato de três agentes fiscais e um motorista do Ministério do Trabalho, ocorrido em janeiro.

Quanto a Ivo Noal, na quinta-feira, o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Edson Vidigal, já tinha negado alvará de soltura para o empresário que foi preso por sonegação fiscal. Noal foi condenado a cinco anos de reclusão em regime semi-aberto, mais multa. Recentemente, o STJ atendeu parcialmente a um pedido do empresário para que o tempo da pena seja revisto.

 é repórter especial da revista Consultor Jurídico

Revista Consultor Jurídico, 24 de dezembro de 2004, 17h49

Comentários de leitores

6 comentários

Prezado Dr.Raul Magnus , de...

hammer eduardo (Consultor)

Prezado Dr.Raul Magnus , devo deixar claro que não tenho nada contra essa briga de poderosos em cima de complicados processos de separação envolvendo pessoas de bolso forrado. O que me causa enorme indignação é ver o tal maksoud em "prisão domiciliar" numa suite que qualquer um de Nós via de regra não pode pagar nem meia hora, é um escarnio com o Cidadão comum que eventualmente por um desses azares da vida pode se ver as voltas com a Justiça enrolado com pagamento de pensão alimenticia, alias este parece atualmente ser um dos unicos itens que da cadeia mesmo! O segundo ponto é que a discussão sobre a "prisão domiciliar" numa super-suite levantou a peteca do abandonado grupo de Funcionarios do hotel largados a propria sorte no aguardo do pagamento "quando o patrão cismar" , o curioso é que um fato dessa gravidade ja deveria ter causado uma visita da tropa de choque do Ministerio do Trabalho e multas para ninguem botar defeito. Por isso é que fiz a comparação com o humilde portugues ali na esquina ( sem maiores gozações pois tenho um monte deles na Familia e adoro todos). O objetivo final fica sendo eternamente o de proteger a Justiça e a imagem de seriedade que Ela carrega em si , não podemos permitir que espertalhões de plantão joguem eventuais "cascas de banana" para enrolar Juizes sobrecarregados de serviço que sabemos ser a realidade do dia a dia. Minha eterna admiração para a classe que leva o trabalho da Advocacia a serio, felizmente conheço e tenho o prazer de conviver com varios deles, inclusive em São Paulo.

Isso é uma injeção de ânimo. :)

Trajano ()

Isso é uma injeção de ânimo. :)

Observação, estou fora e utilizando o email de...

Raul Magnus Fava ()

Observação, estou fora e utilizando o email de Raul Magnus Fava, de forma que a observação ao articulista Eduardo |Hammer foi de Celso Pereira da Silva - Trabalhista-Campo Grande. Aliás, se Eduardo Hammer, sem pretender imiscuir na disputa dos abastados Maksoud, lhe informo que foi noticiado aqui no Conjur que ele vinha informalmente pagando a ela cerca de R$ 70.000,00 (setenta mil reais) mensais, enquanto não chegavam a um acordo, mas ela achando que levaria a melhor entrou na justiça, ganhou menos e está amargando a birra de seu ex-marido. Não se espante com isso, Sr. Eduardo Hammer, na área de familia se há dissídios inimagináveis, e esse que voce acha que é o cumulo não passa de briga de poderosos, ela tem uma banca de advocacia certamente renomada ... e outras mulheres que são pisadas cotidianamente sem os mesmos recursos financeiros e assistência jurídica?!? Grite por elas, Sr. Hammer!

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