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Força conjunta

CPIs do Banestado e da Loterj se unem para investigar Waldomiro

O deputado carioca Alessandro Calazans (PV), presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga a atuação de Waldomiro Diniz quando presidiu a Loteria do Estado do Rio de Janeiro, propôs nesta quinta-feira (29/4) ao senador Antero Paes de Barros (PSDB-MT), presidente da CPMI do Banestado, uma cooperação entre as duas CPIs para apurar possíveis remessas ao exterior de recursos desviados da Loterj ou recebidos como propina de empresários de jogos eletrônicos, bingos e do bicho.

O deputado Calazans disse acreditar que a comissão do Congresso pode ajudar a elucidar o suposto esquema que envolve o ex-subchefe de Assuntos Parlamentares da Casa Civil Waldomiro Diniz.

O senador Antero Paes de Barros colocou à disposição do presidente da CPI da Loterj os documentos sigilosos já levantados na CPI do Banestado, "desde que ele nos solicite oficialmente". Para Antero, diante da inviabilidade de se fazer uma CPI no Congresso Nacional para apurar o Caso Waldomiro, a CPI da Assembléia do Rio tem o grande mérito de impedir que o assunto seja esquecido.

"Nos documentos sigilosos da CPI do Banestado não descobrimos, até agora, remessas ou movimentação de divisas que liguem direta ou indiretamente ao caso Waldomiro, mas vamos colaborar no que for preciso, a partir de indícios ou pistas que eles levantarem", afirmou o senador.

Para ele, o caso Waldomiro Diniz ainda não está esgotado e o governo terá de dar muitas explicações sobre as atividades do ex-assessor do gabinete civil da Presidência da República, inclusive por causa das investigações da CPI da Loterj. (Assessoria do senador)

Revista Consultor Jurídico, 29 de abril de 2004, 20h28

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