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Por Sérgio Rodas

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Fundador da AJD

Desembargador aposentado Dyrceu Cintra Jr. vira sócio do Petrelluzzi Advogados

O escritório Petrelluzzi Advogados, que atua nas áreas de Direito Penal e Direito Público, tem um novo sócio: Dyrceu Aguiar Dias Cintra Jr. Por isso, a banca mudará seu nome para Petrelluzzi & Cintra Jr. Advogados.

Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, Cintra Jr. é um dos fundadores da Associação dos Juízes para a Democracia.

Experiência estatal

Tauil & Chequer contrata Tiago Macêdo, ex-ANP, para área de petróleo e gás

A banca Tauil & Chequer Advogados contratou Tiago do Monte Macêdo para ser consultor especial (special counsel) da área de petróleo e gás. Ele atuará nos escritórios de Brasília e do Rio de Janeiro.

Macêdo vem da Advocacia-Geral da União, onde estava desde 2004. Nos últimos sete anos, foi general counsel da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis. Antes disso, o advogado passou pela Agência Nacional de Transportes Terrestres e pelo Departamento Nacional de Produção Mineral.

Remuneração estratégica

Caio Alexandre Taniguchi é o novo sócio de previdenciário do Bichara Advogados

Caio Alexandre Taniguchi Marques é o novo sócio da área previdenciária da filial paulistana do escritório Bichara Advogados.

Taniguchi tem mais de 16 anos de experiência em Direito Previdenciário e atua, principalmente, com questões que envolvem custeio previdenciário e remuneração estratégica de executivos e empregados.

O profissional passou quatro anos na banca ASBZ Advogados e 12 no Mattos Filho Advogados.

Efeito "lava jato"

Banca Gouvêa Advogados Associados cria área de reorganização ética de empresas

O escritório carioca Gouvêa Advogados Associados criou um setor voltado para a reorganização legal e ética das empresas. Segundo a sócia Luciana Gouvêa, a necessidade surgiu de uma demanda das instituições, impulsionada pela operação "lava jato". 

"Em meio ao caos econômico atual, é importante que as empresas promovam sua reorganização societária, revejam seus contratos, desenvolvam governança corporativa e compliance para empresa limpa, entre outras medidas", diz a advogada.

De acordo com Luciana, a "lava jato" flexibilizou a regra da prova da participação em crimes. Assim, na dúvida, será inocente aquela empresa e aquele executivo que agiram para combater o erro. 

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