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Pedido de Palocci

STF rejeita recurso para anular delações de Youssef e Fernando Baiano

O pedido feito pelo ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci para anular as delações premiadas do doleiro Alberto Youssef e do lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, foi negado pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira (5/4). Youssef e Baiano são investigados na operação “lava jato” por atuarem como operadores financeiros do esquema de desvio de recursos da Petrobras.

Advogados de Palocci afirmaram no pedido ao Supremo que as delações de Youssef e Baiano são contraditórias.
Elza Fiúza/Agência Brasil

O pedido, julgado nesta terça-feira (5/4) pela 2ª Turma da corte, ingressou no Supremo em novembro de 2015 e já tinha sido rejeitado liminarmente pelo ministro Teori Zavascki. Na solicitação, os advogados de Palocci alegaram que há contradições entre os depoimentos dos delatores e a oitiva do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa.

Na oitiva, Costa citou suposto pedido de doação para a campanha eleitoral de 2010 da presidente Dilma Rousseff, quando Palocci atuou como tesoureiro. Os advogados dizem também que Fernando Baiano afirmou, em um de seus depoimentos, ter estado no comitê de campanha de Dilma em 2010, para acertar detalhes sobre o repasse de R$ 2 milhões. De acordo a defesa de Palocci, Paulo Roberto Costa desmentiu a afirmação de Baiano de que esteve com ele no comitê. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 5 de abril de 2016, 20h37

Comentários de leitores

4 comentários

Dislexia severa

José R (Advogado Autônomo)

Melhor, então, atentar melhor para a fenomenologia circunstante antes de vociferar indevida e infundadamente.

Sr. José r. (advogado mal educado)

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Primeiramente lastimo a sua baixaria, de todo inconcebível.
Sem me curvar até o seu nível "RASTEIRO", consigno que na leitura da matéria,feita de maneira rápida na noite de ontem, não atentei para o fato de se tratar de "recurso" contra decisão monocrática do Ministro, levada para a turma para re-análise. A princípio me pareceu "repetição" de peça já aforada e em relação á qual já se teria decidido definitivamente. Isso em nada lhe autoriza a ofensa, até porque o "espaço" que nos distancia, por léguas, não se cinge especificamente a Faculdade de Direito que cada um cursou, mas, antes, o "BERÇO" em que cada qual se deitou bem antes disso.

O apedeuta

José R (Advogado Autônomo)

Quer dizer, Dr. Apedeuta, que não se pode recorrer de decisão monocrática para o órgão colegiado porque o recurso consiste litigância de má fé?
Em que faculdade se graduou?
Ora, vá se tratar...

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