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Por Sérgio Rodas

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Honorários do sucesso

Márcio Thomaz Bastos deixou herança de R$ 393 milhões

Por 

Criminalista mudou a forma de advogar e de investigar no Brasil.
Nelson Jr./SCO/STF

O legado de Márcio Thomaz Bastos é indiscutível. Criminalistas apontam que ele mudou a forma de advogar no país, com sua habilidade de traçar estratégias e suas sustentações orais memoráveis. Como ministro da Justiça do governo Lula, Thomaz Bastos também modernizou a investigação criminal, transformando a Polícia Federal em uma corporação independente, capaz de fazer grandes operações. Apontado por muitos como o advogado mais bem sucedido do Brasil, Thomaz Bastos deixou uma herança também expressiva para sua família: R$ 393 milhões.

O valor é a soma dos bens como imóveis, ações, aplicações em fundos de investimento e participação em empresas do criminalista. A divisão proposta em seu inventário é que metade fique para a viúva do advogado, Maria Leonor, e metade para sua filha, Marcela.

O criminalista nunca escondeu que se dava ao direito de cobrar honorários altos pelo serviço especializado que prestava. Sonia Ráo, advogada que atuou com Thomaz Bastos, disse, em entrevista à ConJur, que o advogado se classificava como “justo”, em relação ao dinheiro. E ela concorda: “Não era nem perdulário nem pão duro.” Thomaz Bastos morreu no dia 20 de novembro de 2014.

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 é chefe de redação da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 5 de maio de 2015, 7h30

Comentários de leitores

38 comentários

Antes de 2002

Brennuiz (Outros)

Como já foi dito, seria interessantíssimo saber o montante do patrimônio antes de 2002

Prezado sr. Observador - economista-

Fernando José Gonçalves (Advogado Sócio de Escritório - Civil)

Agradeço o seu respeito e a sua amizade, ainda que virtual. Vivemos numa época conturbada onde o respeito e principalmente a amizade são coisas raras. Porém, acredite, a recíproca é verdadeira. Disse outro dia para um também comentarista que por coincidência não exerce a advocacia: eu, particularmente, fico contente ao ver que pessoas voltadas a outros setores de atividade visitam e opinam neste sítio. É que os advogados as vezes têm certos vícios de enfoque e nem sempre conseguem se despir deles nos comentários,mesmo quando o assunto não seja especificamente o direito. Nesse aspecto, outros profissionais por vezes conseguem ter uma visão mais acurada e lançar entendimenos mais sedimentados.Os seus, sem dúvida, nunca deixo de ler. Quanto ao Dr. M.T.B acho que, em parte,estamos em sintonia. Também sempre reconheci nele um grande advogado.Isso n/se discute. O que me fez desiludir da sua (dele) pessoa foram as atitudes assumidas como HOMEM e n/como jurista.O desmesurado narcisismo na aceitação de um Ministério "por mera vaidade", como publicamente alardeava, me pareceu irresponsabilidade.Depois, a assunção do patrocínio da defesa de lesa-pátrias, valendo-se de informações privilegiadas,por conta da sua posição no governo, foram posturas, A MEU VER, incompatíveis com a honradez que se esperaria de um CIDADÃO que participou do governo do país, mas mudou de lado assim que pode, optando pela banda podre. Seria ainda por mera vaidade? Capricho? Ou por dinheiro? Na verdade a real intenção pouco importa, mas, antes, o legado dela decorrente: "NENHUM COMPROMISSO PARA COM O BRASIL QUE AJUDOU A GOVERNAR E QUE LHE PROPORCIONOU BOA PARTE DO PATRIMÔNIO AMEALHADO" e isso é imperdoável porque equivale, na verdade, a uma autêntica traição. Sds. amigo.

Herança

amigo de Voltaire (Advogado Autônomo - Civil)

Para mim a maior herança do Dr.Bastos foi a invasao indiscriminada de escritórios de advocacia em busca de provas enquanto Min. da Justiça!

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