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Trabalho extra

Justiça estica prazo para PF concluir inquéritos sobre a “lava jato”

A Justiça Federal no Paraná concedeu mais 15 dias para que a Polícia Federal conclua inquéritos abertos na chamada operação “lava jato”, que investiga suposto esquema de pagamento de propina, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. A PF disse que precisava de mais tempo para avaliar documentos colhidos durante a sétima fase da operação, que prendeu dirigentes de construtoras no dia 14 de novembro.

Apesar de atender ao pedido, o juiz Sergio Fernando Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, afirmou que seria “desejável” não ocorrer mais prorrogações. “Alerto que não haverá nova prorrogação, e é desejável que não seja utilizado todo o prazo”, escreveu em despacho publicado nesta segunda-feira (1º/12).

Com a medida, os inquéritos que expirariam no último sábado (29/11) terão até o dia 13 deste mês para ser concluídos. Foram prorrogados, até o momento, os inquéritos que investigam a participação das empreiteiras Mendes Júnior, Engevix, OAS e Galvão Engenharia e do Consórcio CNCC-Camargo Corrêa em supostos pagamento de propinas em contratos com a Petrobras.

O caso "lava jato" começou em março com uma operação da Polícia Federal que investigou suposto esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que seria comandado pelo doleiro Alberto Youssef com empresas de fachada. A investigação apontou relação entre ele e Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras.

Em acordo de delação premiada, Costa afirmou que partidos dividiam propina em contratos da Petrobras pagas por construtoras, o que levou a um novo capítulo da operação. Com informações da Agência Brasil.

Revista Consultor Jurídico, 1 de dezembro de 2014, 21h32

Comentários de leitores

1 comentário

Cronograma da propaganda oficial

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

O inquérito precisa ir até uns 2 dias antes do Natal. Até lá por volta do dia 10 de janeiro o povo vai estar preocupado com festas, e não precisam de manchetes sobre "prisões de corruptos".

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