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Oi lidera ranking de queixas em juizados especiais do RJ

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro divulgou o ranking das 30 empresas com maior número de ações novas nos Juizados Especiais Cíveis em junho. A campeã foi a Oi Telefonia Fixa, com 6,3 mil demandas novas, o que equivale a 14% do total de 44.865 processos ajuizados no sexto mês de 2013.

A empresa lidera a lista desde outubro de 2012 e, na soma dos últimos 12 meses, também é a campeã de reclamações, com 65.564 casos. A segunda colocação no ranking de junho ficou com o Santander, citado em 3,6 mil processos, seguida pela Claro, com 2,8 mil ações, Light e pelo bancos Itaú. Os cinco mais acionados também lideravam o ranking em abril, mas naquele mês, a Claro ocupava a segunda posição, aparecendo na sequência Santander, Itaú e Light.

Na lista dos últimos 12 meses, a Oi Telefonia Fixa é seguida pelo Santander, com 34,2 mil casos, Claro, com 30,4 mil, pela Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae), quarta colocada com 28,6 mil casos, e pelo Itaú, com 27,2 mil processos. Entre a sexta e a décima posições, estão Light, Bradesco, Itaucard, Oi Telefonia Celular e Ampla Energia e Serviços. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RJ.

Veja abaixo a lista completa:

Ranking de empresas mais acionadas no TJ-RJ em junho de 2013
PosiçãoEmpresaAções
1Telemar Norte Leste S/A (Oi Telefonia Fixa)6.311
2Banco Santander Banespa S/A3.655
3BCP S.A. (Claro, Atl-Algar, Atl, Telecom Leste S.A)2.846
4Light Serviços de Eletricidade S.A.2.134
5Banco Itaú S.A.2.128
6Banco Bradesco S.A.2.124
7TNL PCS S.A. (Oi Telefonia Celular)1.870
8Banco Itaucard S.A.1.567
9Sky Brasil Serviços Ltda. - Directv1.442
10Banco do Brasil S.A.1.425
11Ampla - Energia e Serviços S.A.1.406
12Casa Bahia Comercial Ltda.1.308
13Vivo S.A.1.200
14Nextel Telecomunicações Ltda1.046
15Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae)981
16Tim Celular S.A.912
17Banco Ibi S.A. Banco Múltiplo911
18B2w -Companhia Global Do Varejo/Americanas.com/Submarino/ Shoptime898
19Globex Utilidades S.A. (Ponto Frio - Bonzão)757
20Ricardo Eletro Divinópolis Ltda.604
21Net Rio Ltda.598
22Empresa Brasileira de Telecomunicações S.A. - Embratel - (Livre/Vesper)558
23Banco BMG S.A.543
24BV Financeira S.A.507
25C&A Modas Ltda.403
26Hipercard Banco Múltiplo S.A.391
27União de Lojas Leader S.A.360
28Lojas Americanas S.A.306
29Unimed294
30Banco HSBC-Bank Brasil S.A. Banco Múltiplo291
 Subtotal39.776
 Outros5.114
 Total44.890
   

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Revista Consultor Jurídico, 31 de julho de 2013, 14h54

Comentários de leitores

7 comentários

As citadas empresas agradecem e MUITO ao Judiciário

Carlos (Advogado Sócio de Escritório)

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)
.
Ainda não sabemos se o Praetor e um juiz, um serventuário, um bacharel em direito ou um frustado serventuário. Enfim...
.
Advi (Bacharel - Tributária)
.
Sim, ADVI, o "pai" das empresas picaretas, Judiciário (boa parte dele), vai continuar permitindo que isto continue assim. Afinal, quem condena banco a pagar ninharia, pensando apenas se o autor irá ficar rico (10 20 mil deixa alguém rico?rsss) e não em evitar que a lesão se repita, não está preocupado com o ranking acima.
.
Aliás, na hipótese do comentarista PRAETOR ser um magistrado, pergunto: como o senhor vê esse perfil do Judiciário de "enxuga gelo"?
O senhor, caso seja um juiz, é da turma do enxuga gelo ou pega pesado quando vê empresas milionárias lesando diuturnamente consumidores?
.
Recentemente tivemos uma luz no fim do túnel, ao saber que a AMIL foi condenada pelo TJSP, em ação individual, a pagar 30 mil ao consumidor e 1 milhão por danos coletivos/difusos. Este 1 milhão irá, salvo engano, para o Hospital das Clínicas.
.
O senhor Praetor gostou da Decisão do TJSP contra a AMIL ou entende que 1 milhão pode quebrar a Amil e deixar centenas de desempregados?rs

As citadas empresas agradecem e MUITO ao Judiciário

Carlos (Advogado Sócio de Escritório)

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)
.
Ainda não sabemos se o Praetor e um juiz, um serventuário, um bacharel em direito ou um frustado serventuário. Enfim...
.
Advi (Bacharel - Tributária)
.
Sim, ADVI, o "pai" das empresas picaretas, Judiciário (boa parte dele), vai continuar permitindo que isto continue assim. Afinal, quem condena banco a pagar ninharia, pensando apenas se o autor irá ficar rico (10 20 mil deixa alguém rico?rsss) e não em evitar que a lesão se repita, não está preocupado com o ranking acima.
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Aliás, na hipótese do comentarista PRAETOR ser um magistrado, pergunto: como o senhor vê esse perfil do Judiciário de "enxuga gelo"?
O senhor, caso seja um juiz, é da turma do enxuga gelo ou pega pesado quando vê empresas milionárias lesando diuturnamente consumidores?
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Recentemente tivemos uma luz no fim do túnel, ao saber que a AMIL foi condenada pelo TJSP, em ação individual, a pagar 30 mil ao consumidor e 1 milhão por danos coletivos/difusos. Este 1 milhão irá, salvo engano, para o Hospital das Clínicas.
.
O senhor Praetor gostou da Decisão do TJSP contra a AMIL ou entende que 1 milhão pode quebrar a Amil e deixar centenas de desempregados?rs

Modelo falido

Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária)

Impressionante como o Prætor (Outros) não se cansa de dizer bobagens. Inicialmente, não é verdadeira a alegação de que os advogados estão "sempre sedentos por honorários advocatícios". Tal como todos os demais profissionais e trabalhadores os advogados possuem o justo direito de receber pelo trabalho que prestam, até mesmo porque necessitam dos honorários para cobrir as despesas do escritório e sobreviver com o que sobra. O comentário do Prætor (Outros) é na verdade uma ofensa a toda uma classe, já que não raro os advogados acabam trabalhando por mais de uma década para receber a justa remuneração, experimentando por vezes toda espécie de dissabor. Por outro lado, os advogados são os profissionais em melhores condições de dizer o que está certo e o que está errado em matéria de organização da Justiça, vez que são escolhidos pelos jurisdicionados, ao contrário do que ocorre com os demais (magistrados, servidores, membros do Ministério Público, etc.). A propósito, temos visto nos últimos anos uma progressiva exclusão dos advogados dos centros de decisão, tanto do Judiciário como dos demais poderes, além de uma tentativa de menosprezar a profissão. O resultado todos está bem aí visível para todos: um Judiciário ineficiente, e os demais Poderes cada dias mais mergulhados na criminalidade. É o momento de se começar a valorizar a advocacia, e dar voz aos advogados pois o modelo que tem se tentado implantar (com exclusão progressiva dos advogados) mostra-se completamente falido.

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