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Caso Leopoldino

Corpo de juiz é exumado pela segunda vez

O corpo do juiz Leopoldino Marques do Amaral foi exumado pela segunda vez em seis anos. Na madrugada desta quarta-feira (2/3), médicos do Instituto de Medicina Legal fizeram a exumação, no cemitério de Poconé (104 km ao Sul de Cuiabá). Os restos mortais foram transportados ao IML, onde passará por diversos exames. O diretor do IML, Jorge Caramuru, informou que não há prazo o término dos trabalhos. As informações são do site Mídia News.

O juiz da 15ª Vara Criminal de Cuiabá, José de Arimatéia, acatou pedido do delegado Márcio Pieroni, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo a Polícia Civil, o delegado fez o pedido baseado no depoimento de um detento que está numa unidade prisional da Grande Cuiabá e que questionou a morte do juiz.

Leopoldino foi encontrado morto com um tiro na cabeça, em setembro de 1999, em Concepción, no Paraguai. O corpo estava também carbonizado. Na ocasião, legistas do IML de Cuiabá se deslocaram de avião até o Paraguai, onde foi feito o exame da arcada dentária confirmando ser o juiz.

Em fevereiro de 2006, o delegado Luciano Inácio, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), já tinha pedido a exumação, depois que a ex-escrevente Beatriz Árias, condenada pelo assassinato do juiz, também levantou dúvidas sobre o corpo enterrado em Poconé ser de Leopoldino. Na ocasião, não foi constatado violação do túmulo.

O diretor do IML, o legista Jorge Caramuru, garantiu que o cadáver encontrado em Concepcion no Paraguai, em 1999, é o mesmo enterrado em Poconé. “Fizemos uma exumação há cinco anos, com informações da época (do assassinato). Hoje, temos novidades que geraram outras dúvidas. Só o trabalho final é que poderá dizer ao contrário. O legista, no entanto, não quis adiantar quais são as novidades.

Revista Consultor Jurídico, 2 de março de 2011, 17h33

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