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Ranking de notícias

Texto sobre briga entre professores é o mais lido

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A notícia sobre os intelectuais do ringue, que retrata a briga judicial da professora Ada Pellegrini Grinover contra o também professor Antonio Gidi, foi a mais lida da revista Consultor Jurídico. Desde que foi publicada no dia 20 de janeiro, a notícia recebeu 4,2 mil acessos. A medição é do Google Analytics. De acordo com texto do jornalista Rodrigo Haidar, Ada entrou com ação de indenização por danos morais contra o professor porque Gidi escreveu, em livro lançado no ano passado, que seu nome foi excluído da autoria do Código de Modelo de Processos Coletivos do Instituto Ibero-Americano de Direito Processual, elaborado por ele, Ada Grinover e Kazuo Watanabe. Ada levou a pior na primeira instância. O pedido de indenização foi rejeitado. Ela, contudo, já recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo.Clique aqui para ler.

A revista, que agora conta com novo visual gráfico, também recebeu visitas de outros países. Dentre eles, Portugal, Estados Unidos, Angola e Argentina. Num período de sete dias, teve 200 mil acessos. O dia mais visitado foi o dia 21 de janeiro. Neste dia, a ConJur publicou — com destaques — as seguintes reportagens:

Protógenes diz que ensinou pedir impeachment de Collor
Juiz nega assistência judiciária que nem foi pedida por advogada
Julgamentos em Guantánamo são suspensos por 120 dias
Renascer assina acordo com MP para demolir paredes da igreja

Os dois primeiros textos da lista acima também ganharam destaque no ranking de notícias. Em segundo lugar, ficou a entrevista concedida pelo delegado Protógenes à revista Caros Amigos e reproduzida pela ConJur. Nela, o polêmico delegado ensina a receita de como pedir impeachment. O texto recebeu 3,7 mil acessos. É que antes de entrar para a Polícia Federal em 1998, o delegado teve uma carreira de sucesso como advogado. Uma de suas vitórias foi em 1992 quando conseguiu o impeachment do então prefeito de São Gonçalo (RJ), Aires Abdala. Na época, ele era procurador-geral do município.

Segundo o delegado, o advogado Evandro Lins e Silva [1912-2002], que patrocinou o processo de impeachment do ex-presidente Fernando Collor, inspirou-se neste caso para conseguir que a votação no Congresso fosse aberta.

Na terceira posição, com 3 mil acessos, ficou o texto sobre um “não” inusitado na Justiça paulista. O texto assinado pela jornalista Gláucia Milício, aponta que o juiz Maury Angelo Bottesini, da 31ª Vara Cível de São Paulo, negou pedido de assistência judiciária que não foi feito e ainda passou um sermão na advogada da causa.

O pedido, segundo entendeu o juiz, era de assistência judiciária para um escritório de advocacia que movia uma ação contra um cliente que estava inadimplente no pagamento de honorários advocatícios. Para a advogada da causa, Lúcia Helena de Lima, o pedido de assistência judiciária ou de Justiça gratuita em casos como este é juridicamente impossível. “A impressão que tenho é a de que copiaram, colaram e o juiz assinou sem ler o processo. Deveria ter um despacho pronto de alguma ação nesse sentido. Com o resultado, posso sim presumir que o juiz não leu o processo, não se deu conta do pedido e assinou mesmo assim”, afirmou na ocaisão Lucia Helena.

 Leia os 10 textos mais acessados entre 17 e 23 de janeiro

Intelectuais do ringueAda Grinover perde primeira batalha contra Gidi
Mestre em DireitoProtógenes diz que ensinou como pedir impeachment
Extra petita Advogada não pede assistência judiciária, mas juiz nega assim mesmo
Excesso de rigorJuiz vai responder processo por humilhar servidores
Inferno judicial — Empresário e juíza montam “fábrica” de processos
Parte ilegítima — Após 12 anos de espera, parte toma bronca do TST por assinar recurso
Radiador terroristaRadiador do carro de Protógenes explode e ele diz que foi atentado
Estatuto do desarmamento— Juízes e promotores não podem portar arma de fogo de uso restrito
Falha de comunicação— Escritórios de advocacia falham por não passar informações ao cliente
Imagens eróticas — Empresário é condenado por divulgar fotos de ex-namorada na internet

 é repórter da revista Consultor Jurídico.

Revista Consultor Jurídico, 24 de janeiro de 2009, 8h15

Comentários de leitores

1 comentário

Chiliques

Armando do Prado (Professor)

Vaidades, apenas vaidades.

Comentários encerrados em 01/02/2009.
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