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18 fevereiro 2009

Oficialmente suspeita

Brasileira é indiciada e proibida de deixar a Suíça

A Promotoria Pública de Justiça de Zurique, na Suíça, indiciou a brasileira Paula Oliveira e proibiu que ela saia do país. De acordo com um comunicado divulgado pelo órgão, a advogada é “suspeita de induzir as autoridades ao erro”. Para impedir que a brasileira deixe a Suíça, a Promotoria bloqueou o seu passaporte. O órgão também pediu a indicação de um advogado público para defendê-la. As informações são da BBC Brasil e foram reproduzidas pela Agência Brasil.

“Essa medida garante que a mulher permaneça na Suíça o tempo que sua presença for necessária para o inquérito, até que todas as providências da investigação tenham sido tomadas”, afirma o comunicado.

Na segunda-feira (9/2), a brasileira informou à polícia suíça que havia sido agredida por um grupo de supostos neonazistas que teria feito cortes em seu corpo e provocado o aborto de dois bebês. Um legista do Instituto de Medicina Forense da Universidade de Zurique, entretanto, afirmou, depois de analisar exames, que Paula não estava grávida e cogitou a hipótese de que ela mesma possa ter feito os ferimentos em seu corpo.

Nesta terça-feira (17/2), o site da revista Época, afirmou que Paula Oliveira ainda teria comunicado a colegas de trabalho sua suposta gravidez de gêmeos com uma imagem de ultrassom que pode ser encontrada no Google. Quando Paula deu a notícia da gravidez, mandou em anexo ao e-mail a imagem de um ultrassom que os colegas de trabalho encontraram no Google Imagens. A imagem veio com o nome “Twins 6 wks” (“Gêmeos 6 semanas”). Fazendo uma busca com esses termos no Google, foi possível encontrar a mesma imagem no site about.com

Revista Consultor Jurídico, 18 de fevereiro de 2009

Comentários

Comentários de leitores: 3 comentários

20/02/2009 00:31 abreu (Advogado Autônomo)
Brasileira é indiciada na Suíça e está proibida de deixar o
Ouvi na GLOBO, no programa ANA MARIA, hoje, um perito analisando, e um reporter direto do local, informva que A CONFISSÃO feita não tinha valor pois não fora prestada na presença nem de seu advogado nem de autoridade neutra. Lembro-me das confissões feitas pelo PC, admitindo culpas e isentando o PARTIDO. Não vou dizer que seja a mesma coisa, mas na dúvida, beneficia à RÉ (in dubio pro reu) POR ESTA RAZÂO ALGUEM DOS DIUREITOS HUMANOS DEVERIA ESTAR PRESENTE POIS FORA RETIDO SEU PASSAPORTE impedindo-a de sair, pois ha duvida se necessita de tratamento psiquiátrico
Na Inglaterra, mataram um brasileiro no metrô e ficaram impunes. DIREITOS HUMANOS NELES PARA LISURA NAS INVESTIGAÇ^ÇOES.
19/02/2009 19:03 araujocavalcanti (Advogado Autônomo - Civil)
na suiça, ao que parece tudo é diferente
... talvez, a citada advogada, acostumada com o que existe no seu pais de origem, de uma forma geral, pensou que na Suiça pudesse fazer a mesmíssima coisa. clamar pelo coração, pelo público, pelo aspecto afetivo... e outros... deslembrando que a tecnologia lá existente não permite senão uma margem de erro muito pouco representativa. como a história ainda não teve um fim, aguardemos.para posteriores comentários, entretanto, estava no país errado para fazer qualquer tipo de graça, mormente, uma deste jaez.
18/02/2009 22:31 Armando do Prado (Professor)
Militante do Orkut
Essa senhora que dizem ser advogada, combina, participa de um grupo no Orkut chamado "Eu odeio o PT". Explica algo?

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